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04 DE JULHO DE 2011
Um blog aliado às pesquisas de professores, pois existem muitas possibilidades lúdicas pela net,
além de inúmeros endereços pedagógicos incríveis.
Aqui vocês terão as postagens originais, ou partes delas,
adicionados às demais informações necessárias, com os devidos créditos atribuídos.
Amiga blogueira, se desejar divulgar seus projetos, entre em contato.

PROJETO DIDÁTICO

PROJETO DIDÁTICO: Reunião de atividades que se articulam para a elaboração de um produto final forte, em que podem ser observados os processos de aprendizagem e os conteúdos aprendidos pelos alunos. Costuma partir de um desafio ou situação-problema. Trabalhados com uma frequência diária ou semanal, podem estender-se por períodos relativamente prolongados (um ou dois meses, por exemplo), tornando os alunos especialistas num determinado tema.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Carnaval alalaôô!





"Samba I" Gabriele Longobardi - Pintura em óleo sobre tela
Museu de Arte do Parlamento de São Paulo
Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo

Projeto didático:
Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô...o carnaval chegou

Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô...o carnaval chegou
Allah-la-ô (marcha/carnaval)
Haroldo Lobo
Composição: Haroldo Lobo e Nássara - 1941
Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O Sol estava quente, queimou a nossa cara
Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô...
Viemos do Egito
E muitas vezes nós tivemos que rezar
Allah, Allah, Allah, meu bom Allah
Mande água pro iôiô
Allah, meu bom Allah,

http://letras.terra.com.br/haroldo-lobo/691753 /
Justificativa
Os alunos, desde cedo, se deparam, direta ou indiretamente, com situações carnavalescas.
Seja através das chamadas midiáticas, como as do rádio e da TV, seja através de familiares e mesmo das próprias crianças, motivadas pelos adultos.
Carnaval é uma manifestação cultural popular
Assim sendo, se constitui num excelente objeto de conhecimento a ser desvendado.
Em especial, por sua significância social e cultural, mas também porque permite múltiplas situações de integração de conteúdos e de interdisciplinaridade.
Além disto, a esta momesca também pode suscitar diversos questionamentos a respeito de nossa ancestralidade africana. E como tal não pode ser dissociado das práticas escolares.
Publico Alvo
Alunos do segundo ciclo do Ensino Fundamental I
Objetivo Geral
Promover o estudo do carnaval como um conteúdo que levará os alunos a valorizarem a festa como um evento com fortes raízes na cultura africana.
Objetivos Específicos
• Conhecer a origem do carnaval;
• Ler e ouvir textos informativos, de cunho jornalístico e/ou científico, acerca do carnaval no Brasil;
• Buscar, nas Artes, na Literatura na História as relações entre os festejos de momo e a cultura afra brasileira;
• Estabelecer uma linha de tempo do surgimento do carnaval até os dias de hoje;
• Identificar as principais semelhanças e diferenças do carnaval nas mais diferentes regiões do Brasil, em especial Rio de Janeiro, Pernambuco e Salvador;
• Identificar as diversas expressões musicais presentes no carnaval brasileiro;
• Cantar e dançar músicas carnavalescas;
• Comparar canções, adereços e danças das mais diversas regiões brasileiras;
• Aprender a ler e escrever tendo como suporte as letras de musicas carnavalescas como marchinhas, sambas, frevo e axé, por exemplo;
• Conhecer obras de arte, e/ou seus artistas, que retratem o carnaval brasileiro (compositores, coreógrafos, cantores, cenógrafos, pintores, escultores, etc.);
• Socializar com os demais alunos da Escola informações acerca do carnaval no Brasil, através de textos, músicas (samba), fantasias, etc.

Conteúdos• Origem do carnaval;
• Textos informativos (jornalístico) e cientifico acerca do carnaval;
• Festejos carnavalescos na Arte, na Literatura e na História;
• Musicam carnavalescas: marchinhas, sambas, frevo e axé;
• Principais danças carnavalescas;
• Compositores, coreógrafos, cantores, cenógrafos, pintores e escultores que fazem parte do universo carnavalesco brasileiro.

Atividades
• Conversas informais sobre o carnaval no mundo e no Brasil;
• Texto expositivo sobre a história do carnaval;
• Pesquisas sobre o carnaval do Brasil através de entrevistas com familiares, fotos, textos, etc.;
• Organizar uma linha de tempo do carnaval, do surgimento aos dias de hoje;
• Ler e contar histórias que abordem a temática carnaval;
• Leitura e escuta de textos informativos e científicos sobre o carnaval;
• Através de vídeos, pesquisa em TV, revistas, jornais, etc., ressaltar as diversas maneiras de comemorar o carnaval (Músicas, danças, mela-mela, ruas, blocos, bailes, concursos de fantasias, desfile de escolas de samba, etc.).
• Ouvir, decorar e cantar sambas e/o axés;
• Imitar passos de dança de samba e/o axé;
• Leitura e escrita de samba/axé que sabe de cor;
• Produção escrita de resumos acerca dos textos lidos sobre o carnaval, com revisão e reescrita;
• Estudo da vida e obra de artistas que falam do carnaval no Brasil;
• Releitura de obras( fazer artístico) de arte sobre o carnaval no Brasil
• Reescrita de textos
• Rodas de leitura com contos carnavalescos.
• Apresentação de danças: samba e axé;
• Dramatização envolvendo adereços/fantasias, canto e dança.

Produto final
Realização de um baile de carnaval com a participação de todos, inclusive quanto à decoração do ambiente.
Apresentação de cantos e dança de marchinhas, com alunos vestidos a caráter.

Material de apoio
HISTÓRIA DO CARNAVAL
Claudia M. de Assis Rocha Lima (Pesquisadora)
ORIGEM DO CARNAVAL
Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demônios da má colheita. As origens do carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis.
Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Mas num ponto todos concordavam. As grandes festas com o carnaval estão associadas a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais. O carnaval se caracteriza por festas, divertimentos
públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. Na Europa, os mais famosos carnavais foram ou são: os
de Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice.
CARNAVAL NO BRASIL
O carnaval foi chamado de Entrudo por influência dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que
trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela- mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois as batalhas de confetes e serpentinas. No Brasil o carnaval é festejado tradicionalmente no sábado, domingo, segunda e terça- feiras anteriores aos quarentas dias que vão da quarta- feira de cinzas ao domingo de Páscoa.
Na Bahia é comemorado também na quinta- feira da terceira semana da Quaresma, mudando de nome para Micareta. Esta festa deu origem a várias outras em estados do Nordeste, todas com características baianas, com a presença indispensável dos Trios Elétricos e são realizadas no decorrer do ano; em Fortaleza realiza- se o Fortal; em Natal, o Carnatal; em João Pessoa, Micaroa; em Campina Grande, Micarande; em Maceió, o Carnaval Fest; em Caruaru, o Micarú; em Rec ife, o Recifolia, etc. “Hoje, algumas destas festas deixaram de existir, a exemplo da Micaroa e da Micarande- Adendo de Ana Lucia”.
CARNAVAL NO RECIFE
Século XVII- De acordo com as antigas tradições, mais ou menos em fins do século XVII, existiam as
Companhias de Carregadores de Açúcar, Companhia de Carregadores de Mercadorias. Estas companhias geralmente se reuniam para estabelecer acordo no modo de realizar alguns festejos, principalmente para a Festa de Reis, Esta massa de trabalhadores era constituída, em sua maioria, de pessoas da raça negra, livres ou escravos, que suspendiam suas tarefas a partir do dia anterior à festa de Reis. Reuniam- se cedo, formando cortejos que consistia de caixões de madeira carregados pelo grupo festejantes e, sentado sobre ele uma pessoa conduzindo uma bandeira. Caminhavam improvisando cantigas em ritmo de marcha, e os foguetes eram ouvidos em grande parte da c idade.
Século XVIII - Os Maracatus de Baque Virado ou Maracatus de Nação Africana surgiram particularmente a partir do século XVIII. Melo Morais Filho, escritor do século passado, no seu livro "Festas e Tradições Populares", descreve uma Coroação de um Rei Negro em 1742. Pereira da Costa, à página 215 do seu livro, "Folk Lore Pernambucano", transcreve um documento relativo à coroação do primeiro Congo, realizada na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, da Paróquia da Boa Vista, na c idade do Recife. Os primeiros registros destas cerimônias
de coroação, datam da segunda metade deste século nos adros das igrejas do Recife, Olinda, Igarassu e Itamaracá, no estado e Pernambuco, promovidas pelas irmandades de NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS HOMENS PRETOS e de SÃO BENEDITO.
Século XIX - Depois da abolição da escravatura, em 1888, os patrões e autoridades da época permitiram que surgissem as primeiras agremiações carnavalescas formadas por operários urbanos nos antigos bairros comerciais. Supõe- se que as festas dos Reis Magos serviram de inspiração para a animação do carnaval recifense.
De acordo com informações de pessoas antigas que participaram desses carnavais, possivelmente o primeiro clube que apareceu foi o dos Caiadores. Sua sede ficava na Rua do Bom Jesus e foi fundador, entre outros, um português de nome Antônio Valente. Na terça- feira de carnaval à tarde o clube comparecia à Matriz de São José, tocando uma linda marcha carnavalesca e os sócios levando nas mãos baldes, latas de tinta, escadinhas e varas com pincéis, subiam os degraus da igreja e caiavam (pintavam), simbolicamente. Outros Clubes existiam no bairro do Recife: Xaxadores, Canequinhas Japonesas, Marujos do Ocidente e Toureiros de Santo Antônio.
Século XX - O carnaval do Recife era composto de diversas sociedades carnavalescas e recreativas, entre todas destacava- se o Clube Internacional, chamado clube dos ricos, tinha sua sede na Rua da Aurora, no Palácio das
Águias. A Tuna Portuguesa, hoje Clube Portuguêsa, tinha sua sede na Rua do Imperador. A Charanga do Recife, sociedade musical e recreativa, com sede na Avenida Marquês de Olinda, Recreativa Juventude, agremiação que reunia em seus salões a mocidade do bairro de São José. O carnaval do início deste século era realizado nas ruas da Concórdia, Imperatriz e Nova, onde desfilavam papangus e máscaras de fronha(fronhas rendadas enfiadas na cabeça e saias da cintura para baixo e outra por sobre os ombros), esses mascarados sempre se apresentavam em grupos. Nesses tempos, o Recife não conhecia eletricidade, a iluminação pública lampiões queimando gás carbônico. Os transportes nos dias de carnaval vinham superlotados dos subúrbios para a cidade.
As linhas eram feitas pelos trens da Great Western e Trilhos Urbanos do Recife, chamados xambombas, que traziam os foliões da Várzea, Dois Irmãos, Arraial, Beberibe e Olinda. A companhia de Ferro Cabrondens, puxados a burro, trazia foliões de Afogados, Madalena e Encruzilhada. Os clubes que se apresentaram entre
1904 e 1912 foram os seguintes: Cavalheiros de Satanás, Caras Duras, Filhos da Candinha e U.R.M., último criado como pilhéria aos homens que não tinham mais virilidade.
O Corso - Percorria o seguinte itinerário: Praça da Faculdade de Direito, indo pela Rua do Hospício, seguindo pela Rua da Imperatriz, Rua Nova, Rua do Imperador, Princesa Isabel e parando, finalmente na Praça da Faculdade. O corso era composto de carros puxados a cavalo com cabriolé, aranha, charrete e outros. A brincadeira no corso era confete e serpentina, água com limão e bisnagas com água perfumada.
Também havia caminhões e carroças puxadas a cavalo e bem ornamentadas, rapazes e moças tocavam e cantavam marchas da época dando alegre musicalidade ao evento. Fanfarras contratadas pelas famílias desfilavam em lindos carros alegóricos.

http://www.cvdee.org.br/evangelize/pdf/6_0928.pdf
Teatro Samba da nossa gente
(Monique Saliba)
Duração : 20 Minutos
Cenário: CDs velhos pintados pelas crianças fazendo um móbile no teto e painel de fundo azul com CDs colados.
Roteiro do Teatro:
(Narrador) O Brasil é um país muito rico, na nossa cultura temos vários estilos musicais, mas existe um ritmo que está no sangue desde bebês - o samba. Mesmo quem não sabe dançar, sabe dar uns passinhos e mexer o seu corpinho. Vamos viajar agora no tempo do samba da nossa gente...
• Entram crianças (vestidas de sambistas, com roupas coloridas ou fantasias) sambando ao som da música Aquarela do Brasil.
(Narrador) No samba temos alegria e magia, além de muito ritmo que sempre acompanhado de diversos instrumentos fazem ferver e vibrar nosso corpo.
• Entram as crianças tocando diversos instrumentos de percussão como: maracas, pandeiros e tambores, que poderão ser confeccionados de sucata .
(Narrador) Mas não pára por aí! Falar de samba é falar em Carmen Miranda que neste ano comemora o centenário de uma personagem que tem muita história. Vamos, então, homenageá-la, trazendo beleza e graciosidade dos seus movimentos . A alegria, a cor, o movimento, a música, fazem parte de um Brasil que gostamos de reconhecer como nosso.
• Entram crianças vestidas de Carmen Miranda sambando ao ritmo da Música O que é que a baiana tem?
(Narrador) As máscaras trazem um encantamento, um mundo imaginário, podemos transformar em fadas, bruxas, princesas ou super heróis. Tudo é permito neste universo de faz de conta e fantasia. Falar em Carnaval é permitir que o samba, a fantasia e a animação façam parte do nosso mundo infantil, com marchinhas inesquecíveis, de vários anos de tradição e memória.
• Entram crianças fantasiadas com máscaras diversas, ao som de marchinhas carnavalescas antigas como: As Pastorinhas, Mamãe eu quero, Máscara Negra, entre outras.
(Narrador) Ah! Que beleza! O samba é raça, é nosso povo e temos muito que comemorar, afinal de contas hoje é dia de Carnaval e vamos todos agora sambar e fazer desta festa mais que uma data, mas um momento de celebração da cultura do nosso povo, que faz parte dos nossos corações.
• Entram todos pulando e dançando ao som da música Hoje é dia de Carnaval de: Paulo e Zé Tatit.
OBS: Para encerrar o teatro os pais/responsáveis devem ser convidados a dançarem junto com seus filhos. Durante a dança os professores devem animar lançando confetes e serpentinas, oferecendo às crianças e adultos para que também os lancem.
Monique Corrêa Saliba – Professora de dança, teatro e música. Especialista em técnicas de teatro infantil e coreografias para eventos diversos.
Livros infantis revelam como é bom o Carnaval!
É com essa que eu vou!
Lúcia Fidalgo / Larousse Júnior
Uma menina surpreende a todos e a si mesma ao decidir fazer as coisas a seu modo. Cansada de usar a fantasia que sua mãe escolhe todo ano para o baile de carnaval, ela vê um anúncio de jornal e tem uma ideia… Que fantasia será que a garota vai usar?
A Escola do Cachorro Sambista
Felipe Ferreira e Mariana Massarani / Ed. Ática
Um cachorro contando o dia a dia de uma escola de samba cujo título do enredo é “A história de Dona Baratinha”.

Muitas surpresas irão acontecer…
http://www.portalibahia.com.br/blogs/brincantes/?tag=livros-sobre-carnaval

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Meus amigos e eu

Justificativa -
Para a criança, entrar na escola implica um processo ativo de construção de novos conhecimentos e de vínculos.
Quando chega à instituição, ela já pode ter expectativas sobre o comportamento dos adultos, das outras crianças e até mesmo sobre a forma de se relacionar com os objetos e brinquedos, pois construiu referência a partir de suas vivências e experiências.
Ela precisa de um tempo para ver com clareza as diferenças entre sua casa e a escola e para que transfira seus sentimentos básicos de confiança e segurança para alguém.
Esse tempo é bastante individualizado – algumas passam por esse momento de forma mais rápida, outras mais lentas.
Grande parte das crianças costuma reagir fortemente à separação de diferentes maneiras: podem chorar ou, ao contrário, ficarem muito caladas, podem agredir outras crianças, podem adoecer, recusar-se a comer, a dormir, a brincar. É preciso acolher essas manifestações e conhecer a forma de cada um reagir, considerando como natural dentro desse processo, sem rotular a criança a partir disso.
Esse período cuidadosamente planejado promove a confiança e o conhecimento mútuos, favorecendo o estabelecimento de vínculos afetivos entre as crianças, as famílias e os educadores.
É importante, nessa fase, que todos: pais, educadores e equipe escolar possam compreender e respeitar o momento de cada criança de conhecer o novo ambiente e estabelecer novas relações.
Objetivo Geral-
Propor um conjunto de atividades para uma melhor adaptação ao ambiente escolar, com os companheiros, professores e funcionários a fim de tornar esse período significativo, prazeroso e tranquilo e ao mesmo tempo, desenvolver a linguagem oral, a leitura e a escrita e a integração das áreas de conhecimento.Objetivos Específicos:
Para o aluno
• Conhecer e explorar todos os ambientes da escola;
• Conhecer e interagir com os colegas, professores e funcionários, criando vínculos afetivos e se sentindo seguro em um ambiente novo;
• Conhecer as normas da escola e criar em coletivo as regras de convívio social da sala;
• Realizar atividades de sala de aula, área externa, de higiene pessoal e alimentação com autonomia;Para o professor• Planejar atividades adequadas para a faixa etária;
• Conhecer os alunos em seus aspectos emocionais, cognitivos, afetivos, ... (diagnóstica inicial);
• Observar e registrar em cada atividade como está sendo a adaptação das crianças em relação ao ambiente, às atividades (áreas de conhecimento) e aos adultos, destacando pontos fortes demonstrados;
• Analisar em que fase da evolução do desenho a criança se encontra, planejando futuras propostas;
• Realizar os registros do desenvolvimento inicial das crianças para ser repassado aos relatórios bimestrais dos portifólios;
• Selecionar amostras de um desenho de livre expressão e um autorretrato para anexar ao portifólio;Habilidades a serem desenvolvidas : - Integrar-se com o grupo;
- Perceber e identificar seu nome como aquele que confere identidade às pessoas.
- Valorizar as características pessoais e respeito às características alheias.
- Conhecer o espaço físico da escola e deslocar-se nele com facilidade e autonomia.
- Identificar e nomear professor, os colegas e demais pessoas do convívio escolar.
- Participar em brincadeiras, jogos, atividades diversas de audição, canto e movimento, articulados com a linguagem musical.
- Desenvolver a habilidade de falar em público: esperar a vez, ouvir com atenção, emitir opiniões.
- Conhecer e interagir com os colegas, professores e alguns funcionários, criando vínculos afetivos e se sentindo seguro em um ambiente novo;
- Participar de situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e uso dos materiais e do espaço.
- Experimentar a escrita de nomes, palavras, produzir mensagem para amigo secreto, escrita das preferências, etc..
- Desenvolver a expressão musical e corporal a partir das brincadeiras.
- Participar da produção coletiva de cartaz com listas e brincadeiras.
- Perceber as rimas e versos.
- Participar em situações contextualizadas nas quais se faz o uso da escrita com ou sem a ajuda do professor, iniciando a experimentação de acordo com sua hipótese de escrita.
- Participar da produção coletiva de cartaz com listas.
-Reconhecer letras e escrever o próprio nome (com ou sem apoio), comparando e utilizando-o como referência em outros nomes.
- Expressar-se através do desenho.
- Identificar a escrita de nomes e endereços, placas de ruas, letreiro de ônibus, ...
-Conhecer a função social do número e a sua identificação em diferentes contextos: nº da casa, telefone.
-Reconhecer letras do alfabeto contextualizadas em nomes, listas, agenda do dia, nomeando-as e representando-as (trabalho inicial).
- Experimentar e utilizar materiais, suportes e técnicas diversas em produções artísticas individuais e coletivas.
- Conhecer a função social do número e da sua identificação em diferentes contextos: calçados, roupas, idades, alturas, datas de aniversários, nº da casa, telefone, peso.
Metodologia/ações:
Cronograma de ações/sequência didática:
Responsáveis envolvidos no projeto- alunos do 1º Ano, professores, coordenação pedagógica e direção.
Recursos-
Avaliação-
Observar os alunos durante a realização das atividades e fazer registros sobre seus conhecimentos e dificuldades, focalizando alguns alunos por dia.
O que eles já conseguem fazer sozinhos?
Os que ainda precisam de ajuda.
Esses registros servirão de base para o planejamento das intervenções necessárias e planejamento bimestral, além de constituir como uma documentação para ser apresentada aos pais e à secretaria da escola.
Ao final de cada sequência de atividade, é imprescindível avaliar o trabalho realizado.
O que deu certo e o que não deu?
O que poderia ser melhor da próxima vez?
Seus alunos fizeram progressos? Quais?
Quantos e quais alunos estão com mais dificuldades?
O que você planeja fazer para que seus alunos progridam?
Como a equipe técnica da escola pode ajudar?
Que conteúdos precisam ser retomados ou ampliados?
Envolva as crianças nessa avaliação, ressaltando principalmente os progressos realizados. Selecione as produções que mais claramente indicam o processo o processo de aprendizagem de cada aluno (progressos e dificuldades) para colocar no portfólio, registrando suas análises e as intervenções que pretende fazer.
Referência Bibliográfica:
OBSERVAÇÕES: 1- O Projeto deverá ser realizado por todos os professores.
2- Os itens em pontilhados é para preenchimento pelo professor.
3- As sequências de atividades encaminhadas no projeto abaixo (sequências de atividades) são sugestões, que podem ser encrementadas . Como sugestão, indicamos o produto final que é a confecção de uma agenda com nomes e endereços dos alunos e o álbum da vida da criança. Esse álbum da vida – poderá ser concluído até o final do mês de março, onde é importante ser trabalhado juntamente com as outras áreas de conhecimento e aproveitado durante o decorrer do ano.
4- Observe seus alunos durante a realização das atividades e faça registros sobre seus conhecimentos e dificuldades, focalizando alguns alunos por dia. O que eles já conseguem fazer sozinhos? Para o que ainda precisam de ajuda? Esses registros servirão de base para o planejamento das intervenções necessárias e constituirão uma documentação para ser apresentada aos pais e aos gestores da escola.
5- É interessante selecionar as atividades mais representativas para compor o portfólio de cada aluno. Todas as atividades que os alunos desenvolverem em sala de aula deverão ser guardadas ou registradas pelo professor. E dentre essas atividades que você irá selecionar a mais representativa para compor o portfólio do aluno. (podendo também ser escolhida com ele).
6- As brincadeiras são importantes sempre, inclua constantemente em seu planejamento semanal.
7- É fundamental que a criança seja estimulada arriscar-se em atos de escrita, expressando suas hipóteses sobre esse objeto de conhecimento. Só assim o professor pode ajudá-la a avançar. Você pode manter uma caixa permanente para que eles troquem mensagens secretas durante o ano, incentivando-os assim a “ler e a escrever”.
Atp Maria de Fátima Proença de SouzaSugestão: PROJETO: “MEUS AMIGOS E EU”SEQUENCIA DE ATIVIDADES
RECURSOS
1- MEUS COLEGAS E EU
- Um crachá para cada aluno sem nada colado no mesmo, crachá do professor já preenchido, cartaz com o nome de todos os alunos.
- Ficha de entrevista (quem sou eu?)
- Elaborar um cartaz como nome dos alunos bem visível, e deixá-lo afixado na sala de aula.
O ideal é um cartaz em que você possa encaixar tiras com os nomes, pois estas podem ser retiradas para a realização de alguns jogos. Recorrer com freqüência ao cartaz.
- Iniciar no primeiro dia de aula, com os alunos acomodados em circulo, uma conversa.
Apresente em um saco surpresa um fantoche. As crianças darão sugestões de nomes e você apresentará a personagem.
- Nos primeiros dias, usar fantoche como mediador é facilitador do contato em todos os momentos: convidando as crianças para a roda, para realizar alguma atividade, para higiene, para os que apresentarem dificuldades de adaptação.
Por intermédio do fantoche, pode-se falar com os alunos sobre: sentimentos de saudade dos pais, de desconfiança e medo em relação ao novo ambiente.
- Promover atividades fora da sala de aula para que a criança possa conhecer e explorar o espaço físico que a escola oferece.
- Começar perguntando se elas já se conhecem, quais se conhecem, se sabem o nome de algum colega.
- Dizer que, para poder conversar, fazer amizade, realizar atividades juntos, é preciso saber o nome das pessoas.
- Propor que todos se apresentem, começando por você.
- Perguntar como poderão fazer para se lembrar do nome dos colegas.
-Ouvir as sugestões, conduzindo a conversa para ressaltar a importância do registro escrito como auxiliar da memória.
- Distribuir os cartões, pedindo que cada um escreva seu nome bem grande, como souber. Encorajar aqueles que disserem não saber.
- Verificar se todos já sabem escrever o próprio nome.
Se o aluno ainda não “escreve” , escreva abaixo da escrita que ele fez , lendo em voz alta durante a escrita e retomando o seu nome, apontando com o dedo. Não apague a escrita que ele fez.
- Prender o crachá e sugerir que o usem diariamente, até que todos se conheçam bem.
Se você observou que os alunos ainda não sabem escrever seus nomes,
confeccione tiras de cartolina com o nome de cada um.
Essa tira deverá ficar em uma caixa e será usada como modelo, sempre que necessário (na identificação dos trabalhos feitos pelo aluno), até que memorizem.
- Em círculo, sentados, provocar os alunos para que observem seus próprios corpos e façam comparações:
Quem é mais alto?
Quem é mais baixo?
 Quem tem a mesma altura?
 Quem tem cabelos loiros?
 Quem tem cabelos castanhos?
Quem tem cabelos pretos?
Quem é negro? Quem é moreno?
 Quem é branquinho? Quem tem olhos azuis? E castanhos?
Quem é menino? Quem é menina?
E assim propor que se agrupem de diferentes formas: ex: Vamos juntar todas as crianças que tem cabelo bem curtinho do lado esquerdo em pé e todas as crianças que tem cabelos compridos do lado direito sentadas.
Vamos juntar os meninos de um lado e as meninas do outro.
Agora vão pular só as crianças que tem olhos azuis ou verdes.
 Concluir a atividade quando não houver mais interesse da turma.
- Num outro dia, o professor vai apresentar uma ficha, previamente preparada, onde as crianças terão que levar para a casa como tarefa aos pais.
Após as informações serão todas discutidas individualmente e em grupo.
- A cada dia é interessante explorar as preferências de cada aluno: brincadeira preferida, brinquedo preferido, comida preferida, lugar que mais gosta de estar, animal preferido, programa de TV preferido, artista preferido, música preferida, personagem de história infantil preferido, filme preferido, amigo que mais gosta, esporte preferido, cor preferida etc. (Anote essas informações para utilizar no “álbum da vida”).
2- BRINCADEIRAS -
Brincadeiras, cantigas e recitaçoes (aprendendo com as brincadeiras e as áreas de conhecimento)
- Pseudoleitura de rimas e brincadeiras envolvendo nomes. -
Planejar algumas brincadeiras para as primeiras semanas de aulas. É interessante explorar os diferentes espaços externos da escola.
Sugerimos algumas como: Fruta-do-conde, Tindolelê, Eu fui no Tororó entre outras conhecidas escolhidas pela turma.
- Já que estamos trabalhando a individualidade de cada um pode ser realizada a brincadeira: Quem é? Onde o professor vai dando dicas de características físicas, de personalidades, caráter, hábitos, pertences de um aluno e todos terão que descobrir quem é.
Tal brincadeira pode ser repetida quantas vezes o professor achar prudente e de acordo com o interesse da turma. Deverá ser estabelecido o que “premiar” para quem acertar.
É diversão garantida!
- Brincar no parque, deixe que criem brincadeiras e ajude aqueles que não o fizeram.
3- POR QUE ESTAMOS JUNTOS
Papel pardo, pincel atômico, para a escrita pelo professor sobre o que foi combinado. -
Organizar a classe em circulo e iniciar uma conversa sobre a escola.
- Verificar se já freqüentaram alguma escola, qual, o que faziam nela, o que aprenderam.
- Perguntar por que as pessoas vão à escola e o que se aprende nela.
- Indagar sobre o que gostariam de aprender, registrar o que falarem em um cartaz e deixá-lo exposto.
- Através de uma conversa informal o professor deve pedir que cada aluno fale um pouco sobre seu dia-a-dia.
É importante deixar que as crianças se expressem livremente contando casos vividos em casa, em passeios, com a família etc.
- Oferecer uma folha em branco, revistas diversas, ilustrações diversas, e propor que façam uma montagem de recorte e colagem de tudo que encontrarem que parece com o seu dia-a-dia, com a sua vida, a sua realidade.
- Ver o que os alunos pensam que é preciso fazer para aprender. Por exemplo: perguntar sempre que tiver dúvida, pedir ajuda e ajudar os colegas quando necessário, ouvir o outro com respeito, não faltar as aulas.
- Combinar com eles algumas dessas atitudes para com a aprendizagem e normas de convivência.
- Registrar os combinados em um cartaz, e fixá-lo na sala.
- Reproduzir os combinados e pedir que colem na ficha 1.
De vez em quando retome o que disseram, pergunte se acham que estão aprendendo, se estão cumprindo os combinados, o que precisa melhorar.
4- APRENDENDO COM AS BRINCADEIRAS -
Brincadeiras diversas explorando o nome.
- Escrita do próprio nome em situaçoes diversas e rimas com os nomes dos colegas.
-Utilização do alfabeto móvel (nomes).
- Portfólio dos alunos. - Trabalhar cada ficha de uma vez, reproduzindo-as em tamanho grande.
- Relembrar a brincadeira com as crianças. Dizer que no cartaz está escrita a letra da ladainha ou da cantiga usada na brincadeira.
- Fazer uma leitura apontando onde está lendo.
- Distribuir a ficha e pedir que façam a leitura acompanhando com o dedo.
Nas brincadeiras Fruta-do-conde e Tindolele, as crianças vão completar com seus nomes e com as palavras que escolheram para rimar.
Na cantiga Eu fui no tororó, vão completar com seus nomes e com o nome da criança que escolherem.
Por meio dessa atividade, você poderá observar como seus alunos estão escrevendo: se colocam letras ao acaso, sem fazer nenhuma relação entre o som da fala e a escrita, se já perceberam letras iniciais e finais, se usam uma letra para
cada sílaba pronunciada, se procuram no crachá ou no cartaz de nomes o modelo para copiar, ...
- Registrar essas observações e guardar as primeiras escritas para colocar no portfólio.
- Retomar em outro momento, as rimas feitas pelas crianças e chamar a atenção para o fato de que palavras que rimam, em geral, terminam com as mesmas letras.
5- AMIGO SECRETO -
Lista com o nome dos alunos,
- Quadrados ou tiras de papel para a escrita de nomes, uma caixa folhas de papel para a escrita das mensagens.
- Perguntar aos alunos se conhecem essa brincadeira, se já participaram de alguma, como foi, se gostaram ou não...
- Distribuir pedaços de papel e pedir que cada um escreva seu nome, e ou o seu autorretrato e coloque numa caixa sobre a mesa. Os que não sabem escrever o nome de memória vão copiar do crachá ou da tira de cartolina que está sobre a carteira.
- Chamar um aluno de cada vez para sortear um nome. Ver se a criança sabe quem é e, se não souber, apresente-o, se tirar o próprio nome, deve trocá-lo.
Quando todos tiverem sorteado, cada um vai escrever uma mensagem para o amigo.
- em outro dia: perguntar o que gostariam de escrever ou desenhar. Lembre-os de assinar mensagem.
- distribuir folhas de papel e pedir que escrevam.
Como souberem, uma mensagem e entreguem ao amigo. Se as crianças pedirem sua ajuda para a escrita de palavras, não deixe de dar. Pergunte sempre antes: como você acha que se escreve? Coloque as letras que você acha que tem e eu ajudo a completar.
 O mesmo vale para as crianças que, ao receberem a mensagem, lhe perguntarem o que está escrito. As mensagens podem ser acompanhadas de desenhos ou recortes de revistas e devem ser assinadas.
- Observar as escritas que produziram, sem e com sua ajuda, e fazer registros que poderão constar do portfólio. Cada criança guarda em sua pasta a mensagem recebida.
Folhas de papel sulfite cortadas ao meio, tesoura e cola, ficha 3 ( letras do alfabeto).
- Verificar se os alunos sabem o que é e para que serve uma agenda de nomes e endereços. Pergunte se tem esse tipo de agenda em casa, quem a usa e para quê.
- Levar uma para a sala e mostre a eles.
- Dizer que vão organizar uma agenda com o nome e endereço dos colegas de classe.
Explique que a agenda é organizada em ordem alfabética, ou seja, os nomes são registrados em determinada sequência, iniciando pela letra A e terminado pela Z.
- Reproduzir uma lista com os nomes (basta o primeiro nome sobrenome só para nomes repetidos) e endereços, destacando o nome.
- Distribuir a ficha, pedir que os alunos localizem a letra A e depois a recortem.
Essa letra será colada no alto e à direita
6- AGENDA de uma metade de folha de papel sulfite (ou primeira pagina de um caderninho), que constituirá a primeira pagina da agenda.
- Distribuir as tiras com o nome dos alunos que começam com A e seus respectivos endereços para que colem no lugar indicado pela letra A.
- Fazer o mesmo com as demais letras, um pouco por dia, até que a agenda esteja completa.
É possível que algumas crianças vivam em locais ainda não atingidos por infraestrutura urbana, em ruas sem nome e casas ou barracos sem numeração. Nesse caso, apenas explicarão aos colegas onde é sua moradia, que nome recebe o lugar, fica perto de onde, ...
Se essa for a situação da maioria de seus alunos, substitua a agenda ou um livreto intitulado Meus amigos , em que registrarão os nomes por ordem alfabética.
Eles vão escolher alguns amigos, escrever seus
nomes, fazer um desenho.
- Conversar sobre os endereços. Perguntar aos alunos: como fazemos para descobrir a rua em que nosso amigo mora?
Andando pelo bairro ou cidade, em que lugar buscamos o nome da rua aonde queremos ir?
Se formos de ônibus, como vamos identificá-lo?
Muitos alunos saberão que identificamos as ruas pelas
placas e os ônibus, como vamos identificá-lo?
Muitos alunos saberão que identificamos as ruas pelas placas e os ônibus pelos letreiros.
Se não souberem, explique a eles e programe uma ida ás ruas próximas à escola para que vejam as placas dessas ruas e observem os ônibus e seus letreiros.
Assim, você estará chamando atenção de seus alunos para os escritos do
meio, aguçando sua curiosidade sobre a escrita, ampliando seu grau de letramento.
7- ALBUM DA VIDA
( esta atividade poderá ser realizada até o final do mês de março) - Cartaz, revistas para recorte, giz de cera,etc..
- Materiais e suportes diversos para produções artísticas.
- A montagem de um painel com as preferências é uma idéia bem legal e que, também, certamente, agradará à todos.
 Use a sua imaginação e aproveitando a idéia e os materiais que tem a disposição crie um lindo mural com o tema: As coisas que eu mais gosto ou As coisas que nós da turma tal mais gostamos ou Nossas Preferências.
- No Álbum da Vida podem ser adicionadas: fotos das crianças em diferentes momentos: no banho, brincando, na escola, dormindo, comendo... Como, também, pode ser utilizada uma técnica artística de pintura, cola colorida ou outra para a capa, que deve ser de papel mais resistente.
Confeccionar um álbum de fotografia coletivo, em folhas grandes, contendo as fotos dos alunos e seus nomes para deixá-lo exposto, também é interessante.
Aqui segue alguns itens que podem ser acrescentados no Álbum da vida
- Este é o lugar que eu mais gosto;
Estes são os meus brinquedos favoritos;
Um dia eu morri de rir porque ...;
Um dia eu morri de chorar porque ....;
Esta é a minha casa;
O que eu ais gosto de fazer é ...;
Para comer eu prefiro...;
E aqui eu desenho e escrevo o nome dos meus melhores amigos;
Este é o jogo que mais diverte; este é o animal que eu gostaria de ter ou tenho;
Vou fazer um desenho com as minhas cores preferidas;
Esta é a minha família;
A história que eu li e ouvi chama-se ... e o nome do autor é ...; entre outras criadas por você.
Aproveite o Álbum da vida para trabalhar noções de anterioridade e posterioridade, levando-os a perceber, que seu álbum é uma forma de registro de sua vida, uma fonte da qual se pode obter informação sobre ela quando estiver mais velha.
SUGESTÕES DE LIVROS PARA AS PRIMEIRAS SEMANAS DE AULA:
BOJUNGA, Lygia. Os colegas. Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2004.
CARLE, Eric. A joaninha rabugenta. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
DIETL, Erchard. Você também sonha em ter um amigo? São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FUCHSHUBER,Anneger, REGNIERS, Beatrice S. Eu tenho um amigo … São Paulo: Letras e Letras.
HEINE, Helme. Amigos. São Paulo: Ática, 1993.
KING, Stephen M. Pedro e Tina: uma amizade muito especial. São Paulo: Brinque-Book,1999.
PORTO, Cristina. Serafina sem rotina. São Paulo: Ática,1998.
______________ Se ... será ... Serafina. São Paulo: Ática1998.
______________ O diário escondido de Serafina. São Paulo: Àtica, 1998.
SARAMAGO, José. A maior flor do mundo. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2001.
SLAWSKI, Wolfgang. O trem da amizade. São Paulo: Brinque-Book, 1998.
THEBAS, Claúdio. Amigos do peito. Belo Horizonte: Formato, 1996.
VASSALO, Marcio. O príncipe sem sonhos. São Paulo: Brinque Boook, 1999.
WOOD, Audrey. A bruxa Salomé. São Paulo: Ática, 1996.
XAVIER, Marcelo. Três formigas amigas. Belo Horizonte: Editora Lê, 2004.
PEDRO E TINA.
A GALINHA RUIVA.
MAGICO DE OZ
O PATINHO FEIO.
OS BAGUNCEIROS NA TERRA DOS FUTRIQUEIROS.
QUE MAO PESADA JOÃO!
A ARCA DE NINGUÉM
UM PIPI CHOVEU AQUI.
A LUVA LULU
PATRICIA.
SURILEA MÃE MONSTRINHA
E OUTROS DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA ESCOLA.

Fonte: Material do CENPEC – Estudar pra valer / adaptado
http://partilhandoideiasideais.blogspot.com.br/2011/08/projeto-meus-amigos-e-eu_19.html


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Projeto saúde e nutrição

- Narração de fatos
- Escrita espontânea
JUSTIFICATIVA: O projeto surgiu  com a finalidade de melhorar a alimentação dos educandos não só dentro das escolas mas também mudanças de hábitos alimentares que refletissem em seus familiares.
OBJETIVOS
GERAIS: Promover o consumo de alimentos saudáveis e a consciência de sua contribuição para a promoção da saúde de uma forma atraente, lúdica e educativa.
 ESPECIFICOS:
·         Incentivar os bons hábitos alimentares;
·         Identificar as preferências alimentares dos alunos;
·         Reconhecer os alimentos que fazem bem a nossa saúde;
RECURSOS/ESTRATÉGIAS:
#Conversa e registro (desenhos) sobre a alimentação preferida das crianças;
#Registro de alimentos mais consumidos na família;
#Identificação de frutas, verduras e legumes através do olfato e tato, utilizando a caixa surpresa;
#Trabalhar com recorte de frutas, verduras e legumes e pedir que os alunos construam um prato que represente a alimentação saudável;
#Utilização da horta para plantação das hortaliças de rápido crescimento;
#Palestra;
#Preparação de receitas saudáveis, com a participação dos pais;
#Confecção de carimbos utilizando verduras;
#Teatro (vendinha);
#Musica;
#Rodinha;
#Cozinha experimental;
 #Pesquisas em diversas fontes (revistas, livros de receitas infantis, internet, vídeo...);
#Recorte, colagem e modelagem;
# Desenho livre;
#Alfabeto Móvel;
 #Sucatas;
. ÁREAS DO CONHECIMENTO/CONTEÚDO
Linguagem oral e escrita
- Interpretações pessoais
- Pseudoleitura/Pseudoescrita

- Reconhecimento de letras
- Leitura oral de gêneros textuais instrucionais
- Reconto
- Escrita espontânea
- Formação de palavras por troca de letras
- Produção textual individual e coletiva
[ Linguagem matemática
- Sistema de numeração (identificação, traçado e contagem)
- Grandezas e medidas (sistemas de medida não-convencionais)
- Agrupamentos
- Noções de operação (divisão)
- Situações problemas (adição e subtração
- Noções de números pares e ímpares
- Situações-problema
- Sistema monetário
- Seriação:
- Semelhança/diferença; pertinência/correspondências)
[ Artes
- Linguagem visual
- Poesia
- Música
- Modelagem
- Pintura
- Desenho
[ Natureza e Sociedade
- Modos de alimentação dos grupos sociais;
- Regras e princípios sociais;
- Tempo
- Nosso corpo (higiene corporal)
- Meio ambiente (produção de alimentos)
- Vegetais
- Nutrição e desnutrição
. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS (AÇÕES)
- Conversa e registro (desenhos) sobre a alimentação preferida das crianças;
- Registro dos alimentos mais consumidos na família;
- Identificação de semelhanças e diferenças entre hábitos alimentares dos alunos;
- Construção de charadas que misturem informações sobre formas, cores e tamanhos das frutas, verduras e legumes;
- Construção de jogo da memória a partir de imagens de frutas, verduras e legumes recortadas pelos alunos;
- Identificação de frutas, verduras e legumes através do olfato e tato, utilizando a caixa surpresa;
- Análise das obras do pintor Archiboldo Giuseppe, que utilizou frutas, verduras e legumes na construção das suas obras;
- Solicitar que cada aluno traga de casa uma fruta, verdura ou legumes e conversar sobre as preferências através da degustação;
- Trabalhar com recorte de frutas, verduras e legumes e pedir que os alunos construam um prato que represente uma alimentação saudável;
- Utilização da horta para plantação das hortaliças de rápido crescimento, fazendo a avaliação semanal com registro;
- Palestra com uma nutricionista;
- Visitar uma feira;
- Preparação e degustação de receitas saudáveis;
- Promover concursos de lanches saudáveis;
- Organização de um livro de receitas baseado na história "A Cesta da dona Maricota"
CRONOGRAMA DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS:
1º-Aula Assunto- Frutas:
Livro: Leitura do livro Frutos e Frutas;
Atividade:Pintura a dedo;
Degustação de salada de frutas;
Passeio ao pomar da escola, identificando os vários tipos de frutas e suas características;
2º Aula- Assunto- Verduras/ Hortaliças:
Atividades:Confecção de carimbos com batata;
Explorar as cores e texturas das verduras
Visita a horta da escola;
3º Aula – Assunto- Legumes:
Livro: Leitura do livro A cesta da Dona Maricota.
Atividades: Fazer com os alunos uma sopa utilizando chuchu beterraba abobora, cenoura;
Escultura com legumes;
4º Aula – Assunto- Rótulos/ Higiene com os alimentos:
Livro: Leitura do livro Pêssego, pêra, ameixa no pomar;
Ensinar os procedimentos principais de higiene com os alimentos, que devemos ter antes de consumi-los.
Atividades:Confeccionar a pirâmide da alimentar;
Atividade de pintura;
5º Aula- Assunto – Vitaminas:
Trabalhar os valores nutricionais da banana;
Enfatizar a importância do leite no desenvolvimento da criança;
Atividades: Degustar banana com farinha láctea e leite em pó.
6º Aula – Alimentos Saudáveis e não saudáveis;
Livro: Leitura do livro: Camilão o Comilão.
Atividades: Confeccionar mural de alimentos que devem ser consumidos com moderação;
7º Aula –Assunto Derivados do Leite:
Trazer para sala de aula rótulos de derivados do leite;
Atividades: Confeccionar brinquedos com caixa de leite;
8º Aula- Alimentação Saudável:
Livro: Leitura do livro “O Sanduíche da Maricota”;
Atividades: Cada criança produziu seu próprio sanduiche;
Falar da importância de se alimentar-se bem, palestra com as multiplicadoras do Projeto Nutrindo com a Educação (Professoras Helena E Nelci).
9º Aula- Piquenique
Palestra com a Professora Helena sobre a importância das frutas;
Apresentação teatral dos professores com a peça “A fantasia dos vegetais”
Degustação de um delicioso piquenique de frutas.
 PRODUTO FINAL
Finalizará o projeto com a elaboração de um livro contendo todos os trabalhos realizados pelos alunos. Com um momento de degustação das receitas trabalhadas e apresentação dos trabalhos desenvolvidos.
 AVALIAÇÃO
A avaliação ocorrerá de forma coletiva, com a participação do grupo. Neste momento os alunos se posicionarão sobre os pontos positivos e negativos do projeto, traduzida em relatos e desenhos expostos na sala em espaço especialmente organizado e também através de relatório organizado pela professora.