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04 DE JULHO DE 2011
Um blog aliado às pesquisas de professores, pois existem muitas possibilidades lúdicas pela net,
além de inúmeros endereços pedagógicos incríveis.
Aqui vocês terão as postagens originais, ou partes delas,
adicionados às demais informações necessárias, com os devidos créditos atribuídos.
Amiga blogueira, se desejar divulgar seus projetos, entre em contato.

PROJETO DIDÁTICO

PROJETO DIDÁTICO: Reunião de atividades que se articulam para a elaboração de um produto final forte, em que podem ser observados os processos de aprendizagem e os conteúdos aprendidos pelos alunos. Costuma partir de um desafio ou situação-problema. Trabalhados com uma frequência diária ou semanal, podem estender-se por períodos relativamente prolongados (um ou dois meses, por exemplo), tornando os alunos especialistas num determinado tema.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Projeto Moradia

Eixo de trabalho predominante:
Levar o aluno a conhecer diferentes tipos de moradias, relacionando-as aos materiais de que são construídas, bem como aos aspectos econômicos e culturais das construções.
Perceber a moradia como direito do cidadão.

Áreas: Geografia, Artes e Língua Portuguesa

Tema Transversal: Meio Ambiente
Além de abranger  o aspecto arquitetônico, uma pesquisa sobre os diferentes tipos de moradias deve colocar em discussão o modo de vida das pessoas que as  habitam.
 Favelas e outras habitações utilizadas por pessoas de classes sociais menos favorecidas devem fazer parte desse trabalho.
Quanto mais os alunos puderem estabelecer relações entre cultura, moradia, situação econômica, clima, vegetação e outros elementos, maiores serão as chances de eles construírem um olhar para/sobre as paisagens.
• Entrevistar moradores das moradias pesquisadas para saber mais sobre seu modo de vida pode ajudar os alunos a aprofundarem seus conhecimentos.
Para isso você deve elaborar questões junto com eles e socializar as descobertas feitas. (sugestões encontradas no universo virtual, levemente modificadas por  mim).
TEXTOS DE APOIO E PLANOS DE AULA PARA O PROFESSOR:
Professor, antes de iniciar o estudo do tema, teste os seus conhecimentos sobre o mesmo e responda: em que medida eles ultrapassam o conhecimento do senso comum?
Certamente muitos de nós nos surpreenderemos com a resposta.
Antes de promover uma roda de conversa sobre um assunto, o professor tem a obrigação de estudar, de se preparar, a fim de oferecer ao aluno a oportunidade de construir, de ampliar os seus próprios conhecimentos.
Ao pesquisar sobre materiais utilizados na construção das moradias, encontrei na internet esse texto:
Li, gostei e recomendo.
No Cola da Web há um bom volume de infomações sobre moradia.
aponta várias maneiras de se trabalhar com o tema. .
O blog Aprende Minas  sugere 13 atividades excelentes para trabalhar a parlenda A casinha da vovó. Outro endereço muito bom é o Portal Educar Brasil, onde você encontra dois planos de aula  interessantes que exploram a música "A casa" de Vinícius de Morais:http://www.aprendeminas.com/
O  site Aprimora Educacional, também fundamentando-se na  canção A CASA, apresenta atividades diferenciadas sobre o tema moradia. No Portal São Francisco você encontrará um material de pesquisa de uma riqueza ímpar.

Tem muito mais:
Vejam tudo aqui




segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Projeto Autobiografia/Eva Furnari

Objetivo
O objetivo deste projeto é desenvolver habilidades de leitura e escrita sobre o gênero textual selecionado e suas especificidades.
Criar um espaço de reflexão sobre as características da linguagem escrita e promover situações de leitura e escrita de biografias e autobiografias.
- Trabalhar com um destinatário real para a produção escrita.
Conteúdos
- Produção de texto.
- Características específicas das biografias.
- Procedimentos de revisão.Tempo estimado : De dois a três meses
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno:
Habilidades básicas de leitura e escrita.
Material necessário :
Livros de biografias e autobiografias, papéis, canetas, lápis e cartolina.
Estratégias e recursos da aula
Etapa 1:
A primeira atividade a ser desenvolvida com os alunos é o Jogo rápido, uma seção que geralmente aparece em revistas para jovens e que tem o objetivo de fazer um pequeno levantamento da vida de alguém famoso sobre suas preferências, gostos, bem como alguns aspectos de sua vida pessoal e profissional. Para tanto, eles lerão primeiramente um exemplar desse texto para depois, em duplas, desenvolverem um “Jogo rápido” com um colega.
1) Reproduzir o texto para os alunos. Pedir aos alunos que sentem em duplas para realizarem a leitura. Cada dupla lerá silenciosamente o texto. As duplas já ficam separadas para a próxima atividade.
A) Em geral, em revistas e jornais, quando lemos entrevistas com artistas, escritores ou pessoas famosas, muitas vezes nos deparamos com uma seção denominada “Jogo rápido”, em que o entrevistado aponta, em poucas palavras, alguns aspectos de sua vida pessoal. Veja o “Jogo rápido” feito com o ator Thiago Rodrigues:


Atividades a serem desenvolvidas oralmente após a leitura do “Jogo rápido”:
a) Explique por que essas perguntas permitem conhecer melhor o ator.
b) Que outras perguntas você faria para conhecer melhor o início da vida do ator?
B) Agora, em dupla, fazer um “Jogo rápido” com seu colega de classe. Escrever em uma folha à parte as características e preferências do(a) seu(a) amigo(a).
Manter os títulos amizade, livro, viagem, música, mania, autorretrato. Retirar títulos como Fãs, Televisão, já que esses não fazem parte do seu universo. Acrescentar profissão (que pensa em seguir) aos dados, bem como relação com a família, escola, data e local de nascimento, apelidos.
Essa atividade é importante para que os alunos comecem a pensar sobre si próprios, não só nos aspectos mais formais, como nome, escola, data de nascimento, mas também sobre seus gostos, preferências, objetivos de vida, sonhos, etc. Após essa atividade, guardar esses dados que serão usados mais a frente.
Ao final dessa atividade, pedir para 3 alunos lerem seu jogo rápido em voz alta.
Etapa 2
Leia a biografia abaixoEVA FURNARI - Uma das principais figuras da literatura para crianças. Eva Furnari nasceu em Roma (Itália) em 1948 e chegou ao Brasil em 1950, radicando-se em São Paulo. Desde muito jovem, sua atração eram os livros de estampas e não causa estranhamento algum imaginá-la envolvida com cores, lápis e pincéis, desenhando mundos e personagens para habitá-los...
Suas habilidades criativas encaminharam-na, primeiramente, ao universo das Artes Plásticas expondo, em 1971, desenhos e pinturas na Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna, em uma mostra individual. Paralelamente, cursou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, formando-se no ano de 1976. No entanto, erguer prédios tornou-se pouco atraente quando encontrou a experiência das narrativas visuais.
Iniciou sua carreira como autora e ilustradora, publicando histórias sem texto verbal, isto é, contadas apenas por imagens. Seu primeiro livro foi lançado pela Ática, em 1980, Cabra-cega, inaugurando a coleção Peixe Vivo, premiada pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil -FNLIJ.
Ao longo de sua carreira, Eva Furnari recebeu muitos prêmios, entre eles contam o Jabuti de "Melhor Ilustração" —Trucks (Ática, 1991), A bruxa Zelda e os 80 docínhos (1986) e Anjinho (1998) -setes láureas concedidas pela FNLIJ e o Prêmio APCA pelo conjunto de sua obra.
http: llcaracal. imaginaria, cam/autografas/evafurnari/index. html
1 – Pode se afirmar que Eva Furnari é:
A) amiga da bruxa Zelda
B) a dona do museu de Artes Plásticas
C) autora e ilustradora de diversos livros infantis
D) proprietária da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP


2 – Este texto trata-se de uma:
A) notícia
B) biografia
C) bibliografia
D) carta


3 – Ele foi retirado:
A) do Jornal APCA
B) da Fundação Nacional do Livro Infantil
C) da internet
D) do dicionário


4 – O assunto principal do texto é sobre:
A) a vida de Eva Furnari
B) os prêmios que Eva recebeu
C) seu primeiro lançamento
D) sua data de nascimento


5 – A finalidade do texto é
A) apresentar dados sobre vendas de livros
B) divulgar os livros de uma autora
C) informar sobre a vida de uma autora
D) instruir sobre o manuseio de livros


6 – Uma das principais figuras da literatura para crianças. A palavra Uma nesta frase está com letra maiúscula porque:
A) é um substantivo derivado
B) inicia uma frase
C) termina uma frase
D) é um substantivo próprio


7 – No entanto erguer prédios tornou-se pouco atraente quando encontrou a experiência das narrativas visuais. Infere-se desta frase que Eva Furnari:
A) tinha horror em ser arquiteta
B) gostava tanto da literatura que preferiu abandonar a carreira de arquiteta
C) jamais publicaria livros
D) não gostou dos prêmios que recebeu como arquiteta


Etapa 3


a) A proposta é que os alunos façam um “livro” sobre sua própria vida. Essa atividade pode ser feita:
- numa folha a parte, escrito a mão, de forma que o professor vá juntando as produções para a elaboração final do livro. Nesse caso, pode-se escrever na folha A4, sobrada ao meio, em formato de “livro”.
Antes da primeira produção, o professor deverá dizer aos alunos que eles produzirão um livreto sobre a própria vida, ou seja, uma grande autobiografia. O objetivo é que eles registrem a própria trajetória, perpetuando suas histórias. As produções serão divididas em etapas:
- de 0 a 2 anos
- de 3 a 5 anos
- de 6 a 8 anos
- de 9 a 11 anos
- atualmente (como essa atividade é destinada a alunos de 11 ou 12 anos, essa etapa deve relatar o período de 1 a 2 anos)
1ª produção: para fazer a primeira produção, pedir aos alunos que, antes da produção, perguntem aos pais como foi a sua vida de 0 a 2 anos.


Assuntos que podem ser sugeridos nessa etapa:


- A gravidez foi normal?
 Como foi o parto?
Nasceu em qual maternidade?
Onde nasceu?
Quando, Por que seus pais escolheram esse nome?
Quem são seus pais?
 Quando nasceu o primeiro dente?
Como era seu comportamento nessa fase? Teve doenças?
Quem cuidou de você?
 Quando começou engatinhar e a andar?
O que mais aconteceu de relevante nessa fase?
Lembre-se: o texto deve ser todo escrito em primeira pessoa. As respostas a essas perguntas é que vão compor o texto.
Peça aos alunos que escrevam o texto de acordo com a ordem dos acontecimentos.
Alguns alunos, criativamente, começam com “Eu estava na barriga da minha mãe....” Após a escrita, o professor recolhe, corrige, pede aos alunos que reescrevam e guarda as produções definitivas.
Antes da segunda produção, já perguntar aos pais o que foi mais relevante nessa fase seguinte: de 3 a 5 anos.
2ª produção: de 3 a 5 anos
Sugestões de perguntas:
Quando você entrou para a escola?
Quem cuidava de você nessa etapa?
Você já tinha coleguinhas?
 Com quem você brincava?
 Como era seu comportamento nessa etapa da vida?
 O que você gostava de comer? (professor, pedir aos alunos que sugiram perguntas que julgarem relevantes).
Após a escrita, o professor recolhe, corrige, pede aos alunos que reescrevam e guarda as produções definitivas.
Antes da segunda produção, já perguntar aos pais o que foi mais relevante nessa fase seguinte: de 6 a 8 anos.
3ª produção: de 6 a 8 anos
Sugestões de perguntas:
Que fato relevante aconteceu nessa fase?
Você gostava de brincar de quê?
Como era seu comportamento nessa etapa da vida?
 Quando você aprendeu a ler?
Você mudou de escola?
Que doenças você teve nessa etapa?
 Como era seu comportamento nessa fase da vida?
(professor, pedir aos alunos que sugiram perguntas que julgarem relevantes).
Após a escrita, o professor recolhe, corrige, pede aos alunos que reescrevam e guarda as produções definitivas.
Antes da segunda produção, já perguntar aos pais o que foi mais relevante nessa fase seguinte: de 9 a 11 anos.
4ª produção: de 9 a 11 anos
Sugestões de perguntas:
 Você começou a praticar esportes, tocar algum instrumento musical, ou fazer alguma atividade fora da Escola?
Qual?
Que fato relevante aconteceu nessa fase?
Que atividades, além da escola, você tinha? Gostava de estudar?
 O que era mais interessante na escola nessa fase?
Como era seu comportamento nessa etapa da vida?
Conviveu com algum parente que tenha marcado sua vida?
Quem? Por quê?
O que mais te agradou nessa fase da vida?
Após a escrita, o professor recolhe, corrige, pede aos alunos que reescrevam e guarda as produções definitivas.
5ª produção:
- atualmente (como essa atividade é destinada a alunos de 11 ou 12 anos, essa etapa deve relatar o período atual)
Sugestões de perguntas: e hoje, o que mais você gosta de fazer?
Como está seu desenvolvimento no colégio?
Quem são seus amigos?
Que atividades você mais realiza no dia a dia?
O que você pretende ser no futuro?
Além disso, nessa etapa, será necessário usar os dados do “Jogo rápido”, feito no início do projeto: quais são seus desejos, o que pensa sobre a sua vida hoje?
O que pensa em realizar no futuro? Como é seu dia a dia?
ETAPA 4:
Após a escrita e reescrita de todas as etapas, o professor deverá devolver a cada aluno as suas produções (se escritas a mão) ou imprimir (se feitas no computador).
Deverá, em uma aula, haver produção da capa com título, autor, data; organização das páginas e das fotos, escrita da dedicatória, etc.
Avaliação:
A avaliação deverá ser feita durante o processo.
O professor deverá verificar se os alunos participaram de todas as atividades e se as desempenharam bem.
Além disso, o professor deverá verificar, principalmente, questões relativas à escrita da autobiografia, a saber:
- texto escrito em 1ª pessoa;
- dados completos como nome, nome dos pais, datas definidas, etc.
- uso de conectores de tempo, como: quando, em 1995, depois, naquela época, etc;
- organização física do livro: capa, dedicatória, conteúdo, etc.


http://proaiseartedeeducar.blogspot.com.br/2012/07/projeto-autobiografia.html

OBS: Peço desculpas pela forma irregular da postagem.
Considerei importante a sugestão do projeto e não sua formatação original.


sábado, 20 de outubro de 2012

Projetos Literários:Obra NÓS

PRÉ-LEITURA
ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA
INTENÇÃO: INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO, CONTEXTUALIZAR A OBRA E A AUTORA
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
Antes de você iniciar a leitura do livro:
No livro Nós, a premiadíssima autora e ilustradora Eva Furnari (Roma - 1948) conta-nos uma história que, certamente, você, vai se apaixonar. Vai se apaixonar por Mel, por Kiko.
Vai se apaixonar pela beleza e criatividade das ilustrações...
Por isso e muito mais, é importante você conhecer melhor Eva Furnari.
Saber um pouco sobre sua vida, sobre sua obra....
Sugestão: O conhecimento sobre a autora gera uma oportunidade de aproximar o alun de “gente que faz”, pessoas sensíveis, talentosas e também de conhecer outros livros.
Durante a pesquisa, o ideal seria que cada aluno encontrasse apenas uma informação, previamente solicitada pelo professor.
Se a classe tiver 20 alunos seriam 20 informações diferentes.
A pesquisa ficaria dinâmica e não se correria o risco de o aluno copiar da internet e não se apropriar das informações.
Posteriormente, poderia também montar uma exposição com os livros e as fotos.
Levantando hipóteses sobre a história...
Antes de iniciarmos a leitura, vamos brincar um pouco com a sua imaginação...
1. O que a palavra nós, titulo do livro, lhe sugere?
2. A história tem como personagem principal Mel. Mel vivia em uma pequena cidade chamada Pamonhas. “Mel tinha algo diferente; onde quer que ela fosse estava sempre rodeada de_____________.” Os moradores da cidade achavam muita graça naquilo e se divertiam...
Mel ficava muito triste. Em sua opinião, Mel vivia rodeada de quê?
PARTE 2
LEITURA-DESCOBERTA
ATIVIDADES DURANTE A LEITURA
INTENÇÃO: RESGATAR A LEITURA DO ALUNO
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
1. Agora, você já pode ler o livro e conhecer a história vivida por Mel. Durante a leitura curta também as ilustrações criadas por Eva Furnari.
Depois faça as seguintes atividades:
a) No começo da história, a autora escreve: “Mel tinha algo diferente; onde quer que ela fosse estava sempre rodeada de borboletas.” Em sua opinião, o que significam as borboletas que rodeavam a personagem.
b) No decorrer da narrativa, Mel decidiu deixar Pamonhas, sua cidade. Conte com suas palavras que fatos levaram Mel a tomar essa decisão.
c) A autora, Eva Furnari, escolheu para Mel um disfarce bem pesado, a geladeira, quando ela deixou a cidade. Em sua opinião, porque a autora escolheu esse disfarce.
 Explique seu ponto de vista.
d) Agora, escolha você outro disfarce para Mel que tenha a ver com o sentido da história. Justifique sua escolha. Se quiser, você pode também desenhar.
e) “Mel mergulhou no rio e foi dando braçadas, sem nem olhar para trás. Nadou tanto que chegou a outra margem.” Escreva um parágrafo, contando o que aconteceu antes desse fato.
f) Kiko, o menino que Mel encontrou, também tem nós. Em sua opinião, o que significam esses nós?
g) Kiko, não se importava com os nós. Ele sabia até tirar nó de nariz. Em sua opinião, qual o motivo dele não se importar?
h) Em Merengue, cidade que ficava do lado oposto de Pamonhas, Mel encontrou muitas pessoas com nós. Use sua imaginação e desenhe outras pessoas com outros tipos de “nós”.
i) Amplie o texto a seguir: “Passaram-se os dias e o tempo passou. Kiko ensinou a Melcomo desfazer nó de nariz. _____________________.Mel,agradecida, dividiu com ele suas borboletas. _______________________.
PARTE 3
PÓS-LEITURA
ATIVIDADES APÓS A LEITURA
INTENÇÕES: AMPLIAR O REPERTÓRIO CULTURAL DO ALUNO
TRABALHAR A INTERDISCIPLINARIDADE
1. Confeccionar uma árvore com os “nós” de sua escola, ou de sua cidade ou de seu país.
2. Confeccionar outra árvore com as “borboletas” de sua escola, ou de sua cidade ou de seu país.
3. Criar receitas de desfazer “nós”.
4. Criar uma campanha publicitária para divulgar o livro Nós.
5. Simular uma entrevista com a autora e ilustradora Eva Furnari.

Projeto Nós  2
Gênero Textual: Narrativa
O Livro Conta A História
 Apresentação:
 No tempo em que as pessoas nasciam repolhos e que as bicicletas voavam, havia uma pequena cidade, chamada Pamonhas. Em Pamonhas havia uma casa amarela, onde morava... Mel.
Mel tinha algo diferente; onde quer que ela fosse, estava sempre rodeada de borboletas.
Os moradores da cidade a ridicularizavam.
Mel sofria e chorava muito. Como se não bastassem as borboletas, um dia descobriu um nó no dedinho do pé.
Depois, mais outro no dedo da mão, e mais outros, um total de sete. Mel só viu uma saída.
Ir embora de Pamonhas. Partiu disfarçada de geladeira. Mel, do outro lado do rio, encontrou Kiko, um garoto também cheio de nós.
Ele a ensinou a desfazer nó de nariz, e ela dividiu com ele  as borboletas que  voavam...
Objetivos:
 Ampliar a visão de mundo e inserir o leitor na cultura letrada ;
 Estimular o desejo de outras leituras;
 Possibilitar a vivência de emoções, o exercício da fantasia e da imaginação;
 Permitir a compreensão do funcionamento da escrita : escreve-se para ser lido;
 Expandir o conhecimento a respeito da própria leitura;
 Aproximar o leitor dos textos e os tornar familiares- condição para a leitura fluente e a produção de textos;
 Possibilitar produções orais, escritas e em outras linguagens, (PCN, 1997).
 Conteúdo: Leitura e escrita
Desenvolvimento:
Atividades:
Antes de lerem o livro, escrevam sobre o que vocês acham que é a história, apenas sabendo o título e a ilustração da capa.
Interpretação da história (em duplas)
Nesta unidade proporemos a leitura e interpretação da narrativa ficcional “Nós” de Eva Furnari, com o objetivo de que retomemos com as crianças os elementos que caracterizam esse gênero de texto.
As duplas terão um tempo para responder as questões que depois serão discutidas em sala.
    1- Em duplas, farão primeiro uma leitura silenciosa do texto, e em seguida lerão em voz alta,  no grupo.
 A seguir deverão responder as questões abaixo:
   2- Observe o livro e responda as frases abaixo:
    • Descreva o que você vê na capa do livro:
    • Qual o título do livro?
    • Escreva o nome do autor do livro:
    • Escreva o nome da pessoa que ilustrou o livro:
    • Na primeira folha do livro há informações importantes sobre ele.
      Responda em qual editora e cidade em que o livro foi lançado:
Observe atentamente a capa do livro que você vai ler.
    3- As informações contidas no título da história e na ilustração nos permitem dizer que a personagem:
( ) está se sentindo leve e feliz
( ) está voando
( ) participa de um jogo de pula-pula
( ) está nadando
   5- É importante observar que, sendo este texto uma narrativa ficcional, temos um narrador que nos conta os fatos, organiza as seqüências narrativas, constrói o enredo, apresenta as personagens, usa palavras e expressões que marcam o tempo e o lugar onde os fatos acontecem. E nesse caso, o narrador faz tudo isso observando "de fora", o que acontece.
      Na narrativa ficcional são narrados fatos de um mundo imaginário, vividos pelos personagens, num certo tempo e em determinado lugar e organizados em episódios articulados por um conflito. A essa organização dos fatos damos o nome de enredo.
   • Quem você acha que é narrador dessa história?
    6- Em seguida, leremos o texto para os alunos.
    7- Dissemos que o narrador constrói os fatos, organiza as seqüências narrativas e apresenta as personagens. Na 1ª imagem do livro o narrador nos apresenta Mel. Quais informações nós recebemos sobre Mel?
    8- Caso não estivesse escrito na 2ª imagem do livro que os moradores da cidade achavam graça e se divertiam às custas de Mel, apenas com a ilustração, daria para você perceber o fato? Por que?
   • No texto podemos ler: “Mel era assim, magoava-se com qualquer coisa, qualquer coisiquinha de nada.” Procure no dicionário o significado da palavra “mágoa”. Você acha que ela ficava magoada?
Copie do texto uma frase que justifica isso.
É importante que as crianças perceberem que as ações dos personagens confirmam seus sentimentos. O fato de Mel abaixar a cabeça e correr reforça seu nervosismo, aflição e tristeza.
É interessante conversar com os alunos sobre o que estão entendendo da leitura e levá-los a pensar a respeito do valor das palavras, do modo como elas são escolhidas e combinadas para permitir que o leitor construa significados a partir
delas. Por exemplo:
- a tristeza em: “Ela queria chorar para soltar a tristeza”.
- a felicidade em: Tudo era lindo e ela estava em paz. Gritou com alegria.”
- o medo em: “Mel subiu o morro correndo que nem louca, desceu o morro correndo em zigue-zague e a vaca atrás.”
-Compreender o significado das borboletas e dos “nós”, em seguida fazer relação com os “nós” de cada aluno escrevendo anonimamente e colocando numa caixa, um outro aluno pegará um “nó” e dará sugestão de como desfazê-lo. Registrando no mesmo papel. Os nós e sugestões serão lidos para todos os alunos.
    9- Podemos perceber no texto, que Mel passou por momentos de tristeza e de medo, mas também de felicidade e de emoção quando conhece Kiko.
   • Copie do texto, uma frase que mostre um momento de tristeza e outro de felicidade que Mel sentiu.
   • Por que você acha que Mel achava que o pior nó de todos era o do pescoço?
    10- Observe a imagem que mostra Mel “disfarçada” de geladeira. Ser que se alguém da cidade a visse naquele momento, acharia que era ela? Por que?
    11- Enquanto Mel se secava na beira do rio, percebeu que havia um garoto e sua bicicleta diante dela. O texto diz que ela:
“...sentiu uma zoeira na cabeça e um embrulho no estômago.”
        Explique o que você entendeu disso.
    12- No trecho:
      "A cabeça de Mel zunia, o cisco perturbava, o nó da garganta queria dar cambalhota. Sem querer, ela desatou a chorar. No começo de mansinho, depois bem alto, de soluçar mesmo.
Passou a mão no pescoço, surpresa. O nó! O nó desapareceu!”
O que você acha que fez o nó desaparecer?
13- Mel ficou feliz ao conhecer os moradores de Merengue? Justifique.
14- Agora que você conhece a história toda, faça um desenho da capa do livro, conforme você acha que deveria ser. Comente com a classe sobre o que você pensou ao elaborar sua capa.
15 - Fazer uma árvore com os nós de cada um, fixando num painel.
16-Dramatização da história pelos alunos.
Meu nó
Minha sugestão
Justificativa :
O trabalho com leitura tem como finalidade possibilitar ao estudante ser um usuário competente da escrita e da leitura, buscando capacitá-lo para uma efetiva participação social.
 Para aprender a ler e a escrever, o aluno precisa construir um conhecimento de natureza conceitual: ele precisa compreender não só o que a escrita representa, mas também de que forma ela representa graficamente a linguagem
 Avaliação:
A avaliação dar-se-á no decorrer do projeto, na observação da leitura, da escrita e no envolvimento durante as atividades que serão realizadas.
 Referências:
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa/ Secretaria de Educação Fundamental. Brasília,
1997.
http://aprender.unb.br/mod/forum/discuss.php?d=32722
FURNARI, Eva . Nós. Ilustrações Eva Furnari.6ª ed.
São Paulo : Global Editora, 2003.

Aulas sobre esta obra no LINGUAGEM


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Projeto Produção de textos

Produção de texto com uso de tecnologia na perspectiva da Alfabetização e Letramento

2. TÍTULO DO PROJETO: Produzir textos com uso de tecnologia

3. PÚBLICO ALVO: 3º ano do 1º ciclo (8 anos)

4. LOCAL: Escola Municipal Raul Saraiva Ribeiro

5. TEMPO: setembro à novembro

6. PESSOAS ENVOLVIDAS: professoras e alunos

7. OBJETIVOS:
* Alfabetizar, letrar e produzir textos;
* Incentivar o gosto pela leitura;
* Enriquecer o vocabulário dos alunos;
* Ler e escrever gêneros variados;
* Produzir textos de acordo com o tema e gênero escolhidos;
* Possibilitar o contato com diversos gêneros textuais;
* Revisar e intervir no seu próprio texto;
* Ativar os conhecimentos prévios para produzir textos.

8. JUSTIFICATIVA:
Diante da necessidade de se trabalhar a produção de texto de uma forma mais atraente para os alunos, senti a necessidade de utilizar o computador como uma forma de repensar a sala de aula e as estratégias de ensino e aprendizagem. Desse modo, refleti de forma mais aprofundada sobre os aspectos constitutivos de uma prática de alfabetização na perspectiva do letramento com uso de tecnologia. Além disso, a informática se constitui uma grande aliada na escrita, promove aos professores motivação e para as crianças é uma nova forma de aprender.

9. RECURSOS UTILIZADOS:
Sala de informática com 9 computadores conectados a internet, scanner, data- show, livros, jogos, programas,sites e a peça teatral: A Bela e a Fera.

10. AÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO:
* Sondagem escrita com o objetivo de saber quais alunos possuem computador, se fazem uso do mesmo e se utilizam a internet;
* Em sala foi feito um estudo com o portador de texto bilhete;
* Os alunos assistiram a peça de teatro a Bela e a Fera;
* Os alunos escreveram um bilhete para a professora relatando sua opinião sobre a peça;
* Publicação dos bilhetes dos alunos no blog;
* A professora apresenta para a turma o livro "Não Confunda" de Eva Furnari utilizando o data-show e o dvd;
* Em casa os alunos pensarão e trazer na próxima aula uma palavra que rima com seu nome;
* Em sala, os educandos escreverão uma adaptação do livro utilizando o seu nome;
* Publicação das estrofes e ilustrações criadas pelos alunos no blog;
*Avaliação dos alunos e das atividades feitas através do mural de recados inserido no blog.
11. CRONOGRAMA:
* 1ª semana: Sondagem;
* 2ª semana: Estudo do portador de texto: bilhete;
* 3ª semana: Assistir a peça teatral "A Bela e a Fera";
* 4ª semana: Produção do bilhete;
* 5ª semana: Leitura do livro "Não Confunda" de Eva Furnari;
* 6ª semana: Produção da adaptação do livro em sala;
* 7ª semana: Produção da adaptação do livro na sala de Informática utilizando o Paint;
* 8ª semana: Publicação no blog das adaptações dos alunos sobre o livro "Não confunda";
* 9ª semana: Avaliação das atividades feitas pelos alunos.
12. AVALIAÇÃO:
A avaliação será processual e contínua durante todo o projeto promovendo, sempre que necessária, uma reformulação do mesmo.
13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
  • FERREIRO, Emilia. Emilia Ferreiro valoriza as novas tecnologias. Educarede. 2003.
  • GASTALDI, Maria Virgínia. Contextos de alfabetização na era tecnológica. Revista Avisalá. p. 25-34.
  • http://www.educacional.com.br/articulistas/betina_bd.asp?codtexto=texto. Sete motivos para um professor criar um blog.
  • http://www.gruhbas.com.br/. AMARANTE, Cristiane Eugênia. A formação de alunos produtores de texto. p. 23-24.
  • _________ LEITE, Fernado Potenza da Silva. Informática: Ferramenta de apoio ao processo pedagógico. p. 30-31.
  • LEAL, Telma Ferraz, et al. Letramento e alfabetização: pensando a prática pedagógica.
  • ROCHA, Jorge. Letramento digital. Revista Presença pedagógica. v. 12. nº 69, p. 70-73, mai/jun 2006.
  • SOARES, Magda. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Revista Brasileira de Educação. nº 25, p. 5-17, jan/fev/mar/abr. 2004.



Cultura popolar

O RESPEITO À RAÇA INDÍGENA

INTRODUÇÃO:
As lendas indígenas são histórias fantásticas cheias de mistério sobrenatural, ligadas à feitiçaria e à magia,  essas histórias são muito importantes, possuem o poder de doutrinar os índios jovens e arredios. Algumas dessas histórias foram criadas a partir de fatos verídicos, acontecidos nas regiões onde viveram seus heróis antepassados, que se sobressaíram dentre os membros de sua tribo, pelo poder, beleza, bondade, caridade, ou outros feitos, e tornaram-se encantados.
OBJETIVOS:
GERAIS:
Divulgar as lendas mais conhecidas da cultura indígena brasileira
Investigar sobre os costumes e as relações sociais de povos indígenas possibilitando aos alunos dimensionarem em um tempo longo, as mudanças ocorridas naquele espaço onde vivem, e ao mesmo tempo conhecerem costumes, relações sociais e de trabalho do seu cotidiano.
Contato com a mitologia indígena brasileira;
Compreender as condições materiais e culturais que permitiram o surgimento dos mitos indígenas brasileiros;
Relativizar os componentes fantásticos dos mitos a partir do conhecimento das condições materiais dos povos que os produziram.
ESPECÍFICOS:
Reconhecer que povos indígenas são os mais antigos habitantes destas terras e os primeiros a participar a agricultura no Brasil.
Perceber a diversidades de hábitos, costumes, línguas e crenças dos povos indígenas brasileiros.
Observar e interpretar fotos, mapas e desenho contendo informações sobre os povos indígenas na atualidade.
Investir o contexto da educação no Brasil a partir do PDE (Plano Desenvolvimento da Educação).
JUSTIFICATIVA:
Pode-se conhecer parte da cultura de uma comunidade através da história vivida ou de suas lendas contadas de geração em geração. Algumas lendas indígenas mostram a transformação de um ser em algo que não existia na época em que vivem, assim como a interpretação de mundo, ou surgimento de elementos fundamentais que compõem a sua natureza. É importante ressaltar a imensa diversidade das culturas indígenas no Brasil, desfazendo a imagem preconcebida de que os índios seriam todos iguais. Os índios, como habitantes originais do país, têm direito a sua terra e a ser educado dentro de seus valores e seus costumes: por isso, eles são protegidos por leis especiais, principalmente nas situações em que garimpos, madeireiras clandestinas e outras atividades ilegais invadem e ocupam os territórios indígenas. A demarcação das terras indígenas é um dos maiores problemas enfrentados pelas comunidades indígenas.
Justifica-se o presente projeto.
Vejam o projeto completo aqui:

http://notremdadiversao.blogspot.com.br/2010/06/projeto-o-respeito-raca-indigena.html?zx=229e0f06f7470786