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04 DE JULHO DE 2011
Um blog aliado às pesquisas de professores, pois existem muitas possibilidades lúdicas pela net,
além de inúmeros endereços pedagógicos incríveis.
Aqui vocês terão as postagens originais, ou partes delas,
adicionados às demais informações necessárias, com os devidos créditos atribuídos.
Amiga blogueira, se desejar divulgar seus projetos, entre em contato.

PROJETO DIDÁTICO

PROJETO DIDÁTICO: Reunião de atividades que se articulam para a elaboração de um produto final forte, em que podem ser observados os processos de aprendizagem e os conteúdos aprendidos pelos alunos. Costuma partir de um desafio ou situação-problema. Trabalhados com uma frequência diária ou semanal, podem estender-se por períodos relativamente prolongados (um ou dois meses, por exemplo), tornando os alunos especialistas num determinado tema.

sábado, 21 de julho de 2012

Projeto Salada,saladinha( parlenda)

Duração: um trimestre
 Situação comunicativa: produção de um livro de parlendas
 Gênero textual e condições didáticas:
As parlendas são gêneros que acompanham as brincadeiras infantis desde muito cedo.
Algumas são cantadas enquanto as crianças pulam corda ou brincam de roda, outras são recitadas nas brincadeiras com as mãos, há, ainda, aquelas que ajudam a memorizar sequências numéricas e outras que são entoadas pelos adultos para fazer cócegas nas crianças ou embalar o sono.
Fazem parte da tradição oral e são, em sua maioria de domínio público.
Caracterizam-se por possuírem uma forma textual breve, rimada, ritmada e repetitiva, nem sempre com significado lógico.
Como o ritmo é um componente forte nas parlendas, o texto normalmente possui movimento e convida à brincadeira corporal, o que costuma atrair as crianças pequenas.
Outro nome dado às parlendas é mnemonias, termo que tem origem no radical grego mnemo e que significa memória.
Uma característica marcante das parlendas é justamente a fácil memorização decorrente de sua forma estável e reiterativa, composta por rimas previsíveis que permitem à criança antecipar e até mesmo substituir as palavras do verso seguinte.
 Essa facilidade de memorização do texto justifica o trabalho deste gênero com crianças em fase de alfabetização.
Afinal, uma vez que tenham de memória o conteúdo do texto, as crianças podem se dedicar a pensar mais demoradamente na forma como escreverão.
As parlendas são especialmente eficazes nas atividades que ajudam as crianças a refletir sobre a relação fonema-grafema.
A proximidade sonora entre as palavras favorece a reflexão acerca do sistema de escrita.
Por exemplo: na conhecida parlenda “corre cutia”, a rima no final dos versos - “cutia/tia”, “cipó/vó”, “mão/chão/coração” - fornece pistas importantes às crianças sobre as possíveis letras a serem usadas em cada palavra.
Portanto, o caráter lúdico que acompanha estes gêneros, aliado aos recursos textuais pautados na repetição e na sonoridade, somam características que tornam as parlendas muito propícias para esta faixa etária.
Vale lembrar que é preciso manter estas características nas propostas a serem feitas para as crianças em sala de aula, ou seja, é fundamental que elas brinquem com o ritmo do texto, seja por meio de gestos ou movimentos corporais e que as atividades de leitura e escrita procurem destacar a sonoridade e a repetição.

Orientações gerais para o encaminhamento do Projeto de Parlendas

1- O trabalho de leitura e escrita com os textos memorizados pelos alunos
O trabalho com textos como parlendas, quadrinhas, adivinhas, poemas e canções permite uma aproximação lúdica com a linguagem e a ampliação do repertório de gêneros textuais conhecidos pelos alunos.
Além disso, também são oportunos por favorecer a reflexão sobre o sistema de escrita.
Nas situações de leitura, quando os alunos são convidados a ler textos desse tipo é ajustar o que falam ao que está escrito.
Nas atividades que se propõe que escrevam textos memorizados os alunos terão que pensar em que letras usam para escrever da melhor forma.
Quando colocamos os textos que os alunos sabem de cor como aliada da reflexão sobre o sistema de escrita não visamos apenas que decorem a grafia das palavras, a idéia é que, como sabem recitar a parlenda, possam direcionar sua atenção as questões notacionais: refletir quantas e quais letras se usa para escrever, além de outros aspectos relacionados a escrita (separação de palavras).
Por essas razões todas as parlendas que serão trabalhadas nesse projeto devem ser memorizadas pelos alunos antes de que eles se arrisquem a lê-las e escrevê-las.

2- O trabalho com as palavras estáveis
Os alunos precisam reconhecer os nomes dos colegas e outras palavras já estabilizadas pelo uso na sala de aula, como as que compõem a rotina (LANCHE, RECREIO, ESTÓRIA) e tornam-se conhecidas por todos da classe.
Recorrer a essas palavras é importante porque as crianças têm oportunidade de confrontar suas idéias sobre a escrita com as palavras estáveis, que funcionam também como referência para outras escritas.
As palavras estáveis mostram-se importantes por diversas razões, entre as quais: informam sobre nome das letras, a variedade e quantidade necessária para compor uma palavra, a ordem em que precisam aparecer para grafar e, também sobre as relações entre fonemas e grafemas (as crianças precisam refletir sobre o valor sonoro e sua correta representação).

3- O trabalho em grupos – a importância da interação entre os alunos
O professor deve antecipar possibilidades de agrupamentos que favoreçam uma participação significativa dos alunos nas situações de ensino e de aprendizagem.
É importante que os alunos troquem e discutam as impressões sobre a forma escrita do texto.
Os agrupamentos deverão ser organizados em função da hipótese de escrita dos alunos, bem como das características da atividade que será desenvolvida

Orientação didática 1 – Conhecendo o livro “Salada, saladinha”

Salada, Saladinha: Parlendas
Maria José Nóbrega e Rosane Pamplona, organizadoras; ilustrações Marcelo Cipis._ 1.ed._São Paulo: Moderna, 2005.- (Coleção na Panela do Mingau)

1- O professor apresenta o livro Salada, saladinha às crianças, depois lê a parlenda “Salada, saladinha”, de onde o título foi retirado e pergunta para a classe se já brincaram de pular corda com essa parlenda.
2- Logo após, deve ler algumas parlendas (em anexo) para os alunos com o propósito de saber quem conhece essas brincadeiras. Por exemplo: “Alguém já brincou de ‘Tá pronto seu lobo’?”; “O que é que se fala na brincadeira do corre cutia?”; “Como é que a gente faz para tirar o pegador?”; “E o que a gente diz antes de se esconder?” etc.
3- Propõe para os alunos que observem a capa do livro: que relação as ilustrações de Marcelo Cipis (ilustrador) têm com o título? Provoque-os: salada vai ao forno? O homem segura um guardanapo? Diga que, quando estiverem lendo, descobrirão o que elas têm a ver com o texto.
4- Combina com os alunos de usar as parlendas do livro para realizar muitas brincadeiras de corda, pique-esconde etc.

Orientação didática 2 – Entrevista na família
1- O professor propõe que os alunos pesquisem em casa, com seus familiares, as brincadeiras cantadas que existiam na sua infância;
2- Produz, junto com os alunos, uma solicitação por escrito que será enviada para casa e impressa numa folha com espaço para que as brincadeiras conhecidas possam ser registradas;
3- Sugere aos alunos que aprendam em casa as brincadeiras cantadas para ensinarem aos colegas na escola.
4- Socializa as informações que os alunos trouxeram de casa.

Orientação didática 3 – Leitura em duplas da parlenda
1- Depois de aprenderem a recitar “Salada, saladinha” na brincadeira de corda, o professor entrega o texto impresso para os alunos. Em duplas, eles procuram identificar onde pensam que está escrito “sal”, “pimenta”, “fogo” e “foguinho” e circulam as palavras no texto. O professor fará intervenções para incentivar os alunos a descobrirem palavras conhecidas que comecem igual àquela que devem procurar no texto. Por exemplo: “Qual palavra começa igual a fogo?”. Caso os alunos respondam “foguete” ou qualquer outra palavra que comece com “fo”, a professora deve escrevê-la numa tira de papel para que os alunos vejam e descubram, a partir daí, onde está escrito “fogo” na folha impressa. É importante ressaltar que a idéia não é ensinar aos alunos a sílaba “fo”. O objetivo é favorecer que eles façam uma análise sonora da palavra que deve ser encontrada associando-a com outras palavras que começam com o mesmo som. Também pode se usar como referência os nomes das crianças da classe.

2- Para finalizar, o professor deve realizar a atividade na lousa para que os alunos discutam coletivamente onde pensam que está escrito cada palavra. É importante lembrar que essa não é uma etapa de correção. Sendo assim, as duplas que opinarem de maneira diferente devem somente explicar por que pensam que determinada palavra está escrita ali. Os alunos não precisam corrigir a palavra marcada que não corresponda com a escrita convencional.
3- Em dupla, os alunos irão escrever a parlenda “Salada, saladinha” do jeito que sabem escrever, ou seja, de acordo com a hipótese de escrita de cada um.

SALADA, SALADINHA
BEM TEMPERADINHA
SAL,
PIMENTA,
FOGO,
FOGUINHO!

Orientação didática 4 – Ditado da parlenda
1- O professor solicita que os alunos recitem a parlenda “Corre cutia” que já devem saber de memória.
2- Propõe que os alunos ditem a parlenda para que ele escreva na lousa.
3- Durante a atividade, o professor irá problematizar a escrita de algumas palavras, por exemplo: “Como começa cutia?”; “Começa com que letra?”; “E Tia? Será que começa igual a Tiago?” etc.

CORRE CUTIA
NA CASA DA TIA.
CORRE CIPÓ
NA CASA DA VÓ.
LENCINHO NA MÃO
CAIU NO CHÃO!

Orientação didática 5 – Escrita de parlenda

1- A professora deverá apresentar um cartaz com o texto escrito da brincadeira “Tá pronto seu lobo?” faltando as partes que descrevem as ações do lobo. O objetivo é que os alunos criem ações diferentes daquelas que estão no texto lido inicialmente, por exemplo: “Estou tomando café”, “Estou colocando o cinto” etc. As crianças vão palpitando oralmente e poderão enumerar diversas ações para responder à pergunta: ”Tá pronto seu lobo?”.

2- Logo depois que os alunos experimentarem inventar as novas ações do lobo, a professora pede para cada dupla escolher uma dessas ações e escrevê-la numa ficha de papel. No final da atividade o professor terá várias fichas escritas pelos alunos para compor o cartaz. O passo seguinte será um jogo de leitura que pode ser realizado frequentemente em classe. O objetivo dessa atividade é possibilitar que os alunos leiam as fichas com as ações escritas. A tarefa é montar o cartaz onde o texto está apresentado sem as ações do lobo. Primeiro, os alunos escolhem oralmente uma ação, por exemplo: “Ele tá lavando a cueca”. Imediatamente o professor confirma com os alunos se essa ação está escrita em alguma ficha e, caso a resposta seja afirmativa, eles são desafiados a encontrar a ficha onde está escrita a ação. A ficha selecionada irá compor o cartaz. É importante lembrar que no momento de leitura das fichas com as ações do lobo, os alunos terão muitas pistas que poderão apoiar a sua leitura, ainda que não consigam realizar a leitura da frase toda, por exemplo: se procuram a ficha do ”lavando a cueca”, devem se ocupar em encontrar onde está escrito “cueca”. Sempre que surgir alguma nova ação, o professor escreve uma nova ficha junto com os alunos e insere no jogo com o propósito de ampliá-lo. Toda vez que a atividade é refeita o professor altera as ações e fixa novamente no mural da classe.

- VAMOS PASSEAR NA FLORESTA,
ENQUANTO SEU LOBO NÃO VEM.
- TÁ PRONTO, SEU LOBO?
- NÃO, ESTOU VESTINDO AS CALÇAS.
- VAMOS PASSEAR NA FLORESTA,
ENQUANTO SEU LOBO NÃO VEM.
- TÁ PRONTO, SEU LOBO?
- NÃO, ESTOU CALÇANDO OS SAPATOS.
- VAMOS PASSEAR NA FLORESTA,
ENQUANTO SEU LOBO NÃO VEM.
- TÁ PRONTO, SEU LOBO?
- AGORA ESTOU!

Orientação didática 6 – Leitura em voz alta

1- O professor convida os alunos a realizar uma leitura coletiva da parlenda “Pique será” usada para tirar o pegador na brincadeira de pique-esconde.

2- Durante a leitura, o professor pode realizar diferentes intervenções:
• Por que antes de começar as frases tem sempre um traço? Caso nenhum aluno argumente falando do travessão, o professor deve apenas oferecer a informação convencional de que é um sinal que indica que uma pessoa está falando.
• Onde está escrito a palavra mico? Porque repete o “co”?
• Onde está escrito “laranja”? Começa igual a qual palavra?
• E “pimenta em pó?”, leiam para mim! (o professor vai passando entre as duplas de trabalho para observar a leitura que os alunos estiverem realizando com o dedo).
• E na escrita de “Pi-ri-pi-pi”, por que tem esses tracinhos? (ouvir atentamente o que os alunos dizem, sem tentar corrigi-los)
• Onde está escrito “capaz”?

3- Após essa série de intervenções, o professor pode convidar as duplas a realizar uma leitura em voz alta da parlenda (não é leitura obrigatória, é importante respeitar a vontade de ler dos alunos).

- PIQUE SERÁ! (grita o pegador)
- É DE MICO-CÓ! (gritam para os outros)
- LARANJA DA CHINA!
- PIMENTA EM PÓ!
- PINTO QUE PIA!
- PI-RI-PI-PI!
- GALO QUE CANTA
- CÓ-CÓ-RÓ-CÓ
- OLHA QUE TE PEGO!
- NÃO ÉS CAPAZ!
(E todos saem correndo para fugir do pegador)

Orientação didática 7- Leitura em voz alta

1- O professor sugere para os alunos realizar o ensaio da leitura em voz alta do texto “Boca de forno”. O professor lê a parte das perguntas feitas pelo “mestre” na brincadeira e os alunos respondem. Para isso, os alunos recebem o texto impresso com destaque na parte que devem ler. É evidente que os alunos que não estiverem alfabéticos lerão apoiados no domínio oral que possuem do texto. Ainda assim, eles podem simular alguns dos procedimentos necessários para realizar
uma leitura em voz alta, como por exemplo, o acompanhamento do texto com os olhos ou até mesmo com o dedo. Essa atividade deve ser feita muitas vezes até que os alunos leiam com boa fluência.

2- Após a leitura, os alunos em dupla devem escrever uma ordem para compor a parte final do texto. (“Então cada um...”). Depois, o professor recolhe as indicações feitas pelos alunos por escrito e usa nas diversas situações de leitura do texto em voz alta.

PROF: - Bento que é bento é o frade
A: - Frade!
PROF: - Boca de forno!
A: - Forno
PROF: - Tirai um bolo!
A: - Bolo!
PROF: - Farão tudo que o seu mestre mandar?
A: - Faremos!
PROF: - E se não fizer?
A: - Ganharemos bolo!
PROF: - Então cada um...

- BENTO QUE É BENTO É O FRADE!
- FRADE!
- BOCA DE FORNO!
- FORNO?
- TIRAI UM BOLO!
- BOLO!
- FARÃO TUDO QUE O SEU MESTRE MANDAR?
- FAREMOS!
- E SE NÃO FIZER?
- GANHAREMOS BOLO!
- ENTÃO CADA UM...

Orientação didática 8 – Leitura e reescrita da parlenda

1- Em duplas, os alunos irão montar uma parlenda recortada (em palavras).
2- Antes de iniciar a atividade, o professor comunica que é uma parlenda conhecida (“Chicotinho queimado”) e pede que recitem em voz alta.
3- O professor deve antecipar algumas questões que poderão apoiar os alunos no desenvolvimento da tarefa, por exemplo: “Qual a primeira palavra que vocês vão procurar para montar o texto?”; “No texto tem a palavra queimado?”;“Pode faltar alguma palavra depois que vocês terminarem de montar a parlenda?” etc.
4- Depois que os alunos finalizarem a atividade, o professor deve pedir que algumas duplas realizem a leitura em voz alta tomando como base o texto que montaram. Caso alguns alunos identifiquem durante a leitura a necessidade de mudar alguma palavra de lugar, isso pode ser feito normalmente.
5- Por fim, o professor faz um ditado da parlenda. Os alunos irão escrever de acordo com a sua hipótese de escrita e nesse momento não poderão consultar a parlenda que montaram.

CHICOTINHO QUEIMADO
VALE DOIS CRUZADOS
QUEM OLHAR PARA TRÁS
LEVA CHICOTADA!

Orientação 9 – Rescrita da parlenda em dupla

1- Cada um dos participantes da dupla escolhe uma parlenda e depois dita para o seu parceiro escrever. Durante a produção, aquele que dita também deverá controlar a forma como a parlenda está sendo escrita pelo colega. Logo depois, a dupla troca de posição e o parceiro que escreveu primeiro, agora dita a sua parlenda. No final, cada um revisa a escrita da parlenda que escolheu para ditar e discute com o parceiro onde e por que fez alterações.

FUI NO MATO CORTAR LENHA,
SANTO ANTÔNIO ME CHAMOU.
QUANDO O SANTO CHAMA A GENTE,
É SINAL DE PEGADOR.
(Escolher o pegador)

Orientação didática 10 – Leitura em dupla da parlenda

1- O professor propõe que os alunos em dupla ordenem trechos da parlenda “Lá vai a bola”.

2- Antes de começar a atividade é importante relembrar com os alunos a parlenda e principalmente fazer demonstrações para que eles percebam minimamente alguns procedimentos para resolução da tarefa, por exemplo: devem estar atentos ao fato de que os trechos do texto (tiras) que será montado devem seguir a mesma ordem que aparecem quando eles recitam a parlenda.

3- O professor fará a leitura integral do texto e depois lerá apenas as partes do texto (tiras) na ordem que será montado. Na seqüência de leitura das tiras, os alunos irão descobrindo as partes que devem ser ordenadas. O professor fala, por exemplo: “Procurem onde está escrito Maria Viola, essa é a primeira parte?”; “Quem encontrou?”; ”Maria começa como?”; “Como você sabe que está escrito viola?” etc. O acompanhamento feito dessa forma auxilia-os na resolução tarefa, pois seria impossível para alguns alunos lerem sozinhos o texto. No entanto, feita em partes, a leitura por índices (letra que começa, igual a alguma palavra que o aluno conhece etc) torna o desafio possível.

4- Para ajustar as intervenções de apoio aos alunos durante a atividade, é importante o professor lembrar que para os alunos que ainda não sabem ler, as atividades de leitura costumam envolver a localização de palavras: eles precisam procurar uma palavra especial, misturada a diversas outras em um texto. Dito de outro modo: ainda não conseguem responder a pergunta “o que está escrito aqui?”, mas podem responder a pergunta “onde está escrita tal palavra?”. Dessa forma, o professor garante uma orientação geral antes dos alunos começarem a ordenar a parlenda, por exemplo: “Como é que começa a parlenda?”; “Depois dessa parte vem escrito o quê?”; “Recitem a parlenda para vocês descobrirem a parte que precisam encontrar!”; “Onde está a última parte?”; ”Por acaso é ‘bem depressa, pule fora’?” etc.

5- Pede que os alunos escolham a parte de que mais gostam da parlenda e reescrevam numa tira de cartolina. O propósito é fazer uma montagem coletiva do texto com todas as partes sugeridas pelos alunos.

-MARIA VIOLA,
QUEM TÁ COM A BOLA?
-LÁ VAI A BOLA
GIRAR NA RODA
PASE SE NO FIM
DESSA CANÇÃO
VOCÊ ESTIVER
COM A BOLA NA MÃO
BEM DEPRESSA
PULE FORA!

http://partilhandoideiasideais.blogspot.com.br/2010/03/projetoalimentacao-salada-saladinha.html


Projeto Nutrição e saúde

Este projeto visa trabalhar a importância de uma alimentação adequada.
Viver melhor e com mais qualidade de vida é imprescindível a todos nós.
Conscientizar nossas crianças de que uma alimentação correta na infância é um excelente processo para se evitar a instalação de doenças crônicas, a qual determinará o potencial de um indivíduo.
Esta é uma tarefa nossa-educadores e pais conscientes!
JUSTIFICATIVA
Nos dias de hoje deparamos com um número surpreendente de crianças obesas. A mídia, stress da vida moderna e o fato da maioria das mulheres exercerem uma profissão, são fatores que proporcionam uma alimentação desequilibrada.
 As crianças acabam consumindo produtos industrializados e de fácil preparo.
Observei no decorrer do 1º semestre, o tipo de alimentos que consumiam no horário do lanche e as preferências das turmas.Aproveitando o conteúdo ministrado no final do 2º bimestre-ALIMENTAÇÃO E SAÚDE – convidei os alunos para prepararmos uma deliciosa sopa!
Eles adoraram a idéia, o cheiro e o sabor.
Enfim, queriam mais!
Então decidimos que levaríamos este tema adiante.
OBJETIVOS
Reconhecer a importância de uma alimentação equilibrada para a manutenção da saúde.
Levar os alunos a perceberem os próprios hábitos alimentares e modificarem alguns.
Saber que a alimentação, aliada à prática de esportes, é fator essencial de vida saudável.
Perceber que a alimentação ideal proporciona satisfação, prazer e bem estar.
Mas que o segredo é balanceá-la.
É preciso acabar com a monotonia gastronômica.
A criança deve experimentar vários sabores, cores e tipos de alimentos, mesmo que às vezes não nos agradem.

DESCRIÇÃO DO PROJETO
1ª etapa: Comentários, textos informativos, pesquisas em revistas e uso de outros materiais de apoio, oferecidos pelo cólégio e trazidos pelos alunos.
2ª etapa: preparação de um Mural com todas as informações obtidas
3ª etapa:Aula de culinária – Pedir para que cada aluno traga uma fruta e prepare uma deliciosa salada de frutas.
4ª etapa: Coleta de mais material para que se possa saber mais sobre a composição nutritiva de diversos alimentos
5ª etapa: Produção de um jogral onde cada criança é um alimento e fala sobre suas propriedades
AVALIAÇÃO
Saber mais sobre alimentos é importante porque
( )melhora a nossa vida.
( )aumenta o conhecimento daquilo que ingerimos.
( )muda alguns hábitos alimentares não saudáveis.
( )podemos experimentar novos alimentos.
( )é gostoso saber sobre o que comemos.
( )descobrimos que nem tudo que comemos é saudável.
( )podemos modificar a nossa alimentação, só depende de nós.


Tem muito mais aqui:
Inclusive conto: Se eu fosse um tomate
e sobre obesidade infantil


Veja mais sobre Se eu fosse um tomate de Ricardo Azevedo no linguagem



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Projeto: Histórias e personagens folclóricos

Valorize a diversidade cultural brasileira e mostre sua riqueza




Projetos escolares nº 87
Editora On Line



Projeto: Contos cumulativos

Histórias sem fim
Explore os contos cumalativos e desenvolva a criatividade da turma
Objetivos:
Aprender a escrever palavras que tragam uma especificidade morfológica ( rimas);
Desenvolver momentos de leitura compartilhada;
Explorar a estratégia de antecipação da leitura e reconhecer a forma textual do conto cumulativo







Projetos escolares nº58
Editora On Line


Projeto: Saúde para dar e vender

Vamos valorizar e promover a saúde!


Projetos escolares infantil nº87
Editora On Line



sábado, 14 de julho de 2012

Projeto :Vovó Marieta



De acordo com o que temos observado na mídia , nas pesquisas...o século XXI está sendo chamado pelos estudiosos das questões relativas à velhice e ao envelhecimento humano, de “O século dos velhos”, como o século XX o foi das crianças.A velhice como experiência vital humana está cada vez mais ampliada e o processo de envelhecimento se tornou um objeto de estudo sério, que deve ser trabalhado com as crianças. Pensando em atividades educativas é nítido a necessidade de conscientizarmos nos alunos sobre a necessidade das pessoas mais velhas.
Atividade proposta: Projeto Vovó Marieta
O objetivo é que os alunos recebam informações e discutam questões sobre o envelhecimento, sobre a importância dos idosos para a sociedade. Violência contra idosos, relações entre gerações e o Estatuto do Idoso são alguns dos temas a serem abordados nas aulas para incentivar a conscientização sobre o envelhecimento, no espaço escolar e nos ambientes familiar e comunitário .É extremamente importante que as crianças e adolescentes aprendam a valorizar a Terceira-Idade, saibam sobre a importância dos idosos para a sociedade. Na escola este aprendizado pode ser estimulado, assim como em casa, com os pais ou responsáveis.
I) Justificativa:
A produção de projetos, especialmente elaborados para atender às necessidades extra-curriculares, estimular nossos estudantes a terem prazer em aprender e auxiliar a escola a realizar mais uma de suas funções: o compromisso com a construção da cidadania.
Esse trabalho social tem a preocupação com o tema norteador “Aprimorando a Cidadania”.
Nossa missão vai além de transformar informação em conhecimentos, cabe a nós responsabilidades tão importantes quanto essa. Devemos oferecer uma sólida formação de cidadãos éticos e co-responsáveis com o futuro.
II) Objetivos:
Conhecer o estatuto do idoso
Desenvolver o espírito crítico;
Aprender a conviver com o diferente;
Conhecer e vivenciar valores éticos necessários para uma boa convivência social;
Envolver a comunidade escolar para colocar em prática novas atitudes em relação às pessoas idosas;
Praticar a cidadania e a busca do bem comum.

III) Recursos:
Humanos: estudantes, professores, orientadoras educacionais, coordenadora pedagógica, funcionários e diretora;
Materiais e financeiros: doações voluntárias e participação de toda comunidade escolar.
IV) Desenvolvimento:
Para aprender, os estudantes precisam vivenciar e incorporar os valores, não basta só ouvir e falar, é necessário praticar e promover a cidadania.
O trabalho relativo à formação de valores deverá ser realizado nas salas de aula pelos professores, redação, artes e outros, através de atividades dinâmicas e criativas.
Promover um trabalho de escrita e revisão sobre o tema: “O papel do idoso na sociedade brasileira” após uma leitura compartilhada da historia abaixo.

Marieta Quer Falar ( Paes, Ducarmo)
Vejam sobre este livro no Linguagem: Literatura
A alegria das crianças era o momento da contação de histórias da vovó. Um dia, a vovó resolve criar uma história diferente. E de um baú de retalhos nasce Marieta, uma boneca de pano. Marieta ganha vida e conquista o coração das crianças, alimentado pelo mundo do Era uma vez...
Será trabalhado, também o Estatuto do Idoso em forma de debate e conscientização ao longo de todo o projeto.
1) Fraternidade: Respeito :Zelo: Humildade e Tolerância: Responsabilidade:
• Conversa informal e debate sobre como devemos tratar os idosos;
• Registro escrito e desenhos de atitudes positivas em relação aos idosos;
• Leitura e debate de textos relacionado ao tema;
• Filmes e/ou documentários.
• Comentário da dinâmica sobre a importância de ver a própria imagem refletida no espelho e relacionada às qualidades supracitadas (a dinâmica pode ser outra, escolhida pelo professor);
• História relacionada ao valor “respeito”, direcionar os comentários com perguntas relativas à história;
• Ênfase ao “respeito” próprio. O estudante poderá participar, falando ou escrevendo, duas qualidades;
• Auto-retrato: eu sou assim..., o que eu gosto em mim e o que eu não gosto em mim;
• Conversa sobre atitudes de respeito em casa e principalmente com os idosos;
• Para trabalhar o respeito no ambiente escolar pedir aos estudantes que citem fatos onde eles perceberam falta de respeito (evitar questões anti-éticas que envolvam membros da escola);
• Conversa sobre as normas de boa convivência e as palavras que usamos para demonstrar educação e cordialidade. Fazer faixas escritas com: Por favor, Obrigada, Com licença, Bom dia etc, ilustradas pelos estudantes. Colocá-las no mural da sala;
• Trabalho com letras de músicas e poemas sobre “respeito”.
• Conversa sobre as normas de boa convivência e as palavras que usamos para demonstrar educação e cordialidade. Fazer faixas escritas com: Por favor, Obrigada, Com licença, Bom dia etc, ilustradas pelos estudantes. Colocá-las no mural da sala;.
• Dirija perguntas: de que maneiras podemos promover atitudes do bem? Como você se sente quando ajuda alguém? O que acontece quando ajudamos alguém?
• Comentário sobre os tipos de amor: materno, fraterno e outros.

• Trabalhar com uma parábola, sugestão: Bom Samaritano, ou uma fábula, onde a humildade esteja presente;
• Qual é a real responsabilidade da sociedade com os idosos?
Poderão ser trabalhados também outras virtudes, tais como: cooperação, união e honestidade utilizando-se os mesmos recursos das virtudes anteriores: histórias, músicas e troca de informações.
Todas as atividades são ideias que poderão ser adaptadas de acordo com cada ano/série e turma e/ou professor(a).
Desenvolver atividades sociológicas, montando biografias, levantamento de dados, árvores genealógicas e desenvolvimento de propostas de soluções para o problema dos idosos no município... Estado...
V) Recursos:
• Livros;
• Parábolas e textos de incentivação;
• Som e cd’s;
• Portal JK;
• Materiais diversos: cartolinas, cola, tesoura etc;
• Doações diversas.
VI) Avaliação:
Avaliar é função inerente da atividade humana, do cotidiano e da dinâmica educacional.
A cada “virtude” trabalhada serão observadas as mudanças de atitudes nos estudantes e servirá para que estes se auto-avaliem enquanto cidadãos.
Analisar a participação efetiva dos estudantes no Projeto Social – Dia do Idoso, promovendo amplo exercício de cidadania no ambiente escolar e fora dele. Somente assim se chega ao objetivo final, coletivo: A justiça em seu sentido mais amplo, ou seja, o bem comum.

VII) Expectativas e conclusão:
Esperamos com este trabalho motivar nossos estudantes sobre a necessidade de estarmos mais próximos, convivendo e respeitando o outro.
Educar é relativizar o eu humano; é um processo de abertura para o outro.
Nessa perspectiva, nossos jovens repensarão suas atitudes, de forma livre e responsável, autônoma e solidária, competente e produtiva.
Exercitar a convivência com as adversidades, desenvolver trabalhos voluntários e colaborativos, aprender a ser solidário, tornar capaz de reelaborar e construir o seu próprio projeto de vida.


“A velhice só começa quando se perde o interesse”. – Jean Rostandhttp://educacao-ale.blogspot.com.br/2009/07/projeto-vovo-marieta.html


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Projeto: Vovó e vovô





No blog Pra gente miúda você encontra 
um projeto recheado de carinho!
Vamos lá?
Tem poesia,pesquisa,máscara,desenho,
brincadeiras,chá com vovós,etc....

http://www.pragentemiuda.org/2008/05/projeto-dia-da-vov.html

Vejam muito mais no Linguagem,ok?
Cliquem Toque's Guia: Avós



domingo, 1 de julho de 2012

Projeto Heróis e Vilões




Projeto Pitanguá 4ªs.
Editora Moderna


Mais sobre este tema no Linguagem


Obrigada pela visita
Projetos comemora seu primeiro aniversário
Volte sempre

Projeto:Campanha de energias alternativas


Projeto Pitanguá 4ªs.
Editora Moderna

Projetos comemorando seu primeiro aniversário
Obrigada pelo seu prestígio

Projeto:Mitologia grega


Uma boa pesquisa desta professora.
Tentei trazê-lo para cá,mas minha máquina e net não "permitiram".
Para não deixar de sugerir o tema trouxe o link do blog em questão.
A primeira parte,ela sugere atividades com o livro de Monteiro Lobato:
Os doze trabalhos de Hércules. Também o filme.
Tem a descrição de todos os deuses mitológicos, com suas características;
Definição de mitologia grega e romana;
Zeus e a guerra de Tróia.

No blog Linguagem postei atividades da mitologia, apareçam por lá.


Este projeto é bem extenso, detalhado, bem interessante.
Pode-se retirar partes dele, adaptando-o par