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04 DE JULHO DE 2011
Um blog aliado às pesquisas de professores, pois existem muitas possibilidades lúdicas pela net,
além de inúmeros endereços pedagógicos incríveis.
Aqui vocês terão as postagens originais, ou partes delas,
adicionados às demais informações necessárias, com os devidos créditos atribuídos.
Amiga blogueira, se desejar divulgar seus projetos, entre em contato.

PROJETO DIDÁTICO

PROJETO DIDÁTICO: Reunião de atividades que se articulam para a elaboração de um produto final forte, em que podem ser observados os processos de aprendizagem e os conteúdos aprendidos pelos alunos. Costuma partir de um desafio ou situação-problema. Trabalhados com uma frequência diária ou semanal, podem estender-se por períodos relativamente prolongados (um ou dois meses, por exemplo), tornando os alunos especialistas num determinado tema.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Quem te contou? Me conta> Estímulos folclóricos



Projeto: Quem te contou?
Literatura Infantil
Justificativa:
Deparo-me com obras tão significativas e esplêndidas ao entorno de aprendizagens lúdicas, que fica impossível não criar algo específico para elas.
È o caso das obras da Autora Ducarmo Paes.
Vejam detalhes das obras no linguagem e afins: Literatura Infantil/recomendo
Segue abaixo uma proposta que simplesmente pretende fazer a diferença nas aulas de Literatura Infantil.
Objetivos
- Conhecer lendas e personagens do folclore brasileiro
-Identificar alguns elementos das lendas e de seus personagens
-Reconhecer personagens através da leitura do livro "Quem te contou? Me conta!"
-Reconhecer  na obra " De ponta cabeça ou de pernas para o ar?" ditos populares

1º Momento: Leitura e interpretação das lendas
ATIVIDADE 1:   
- Identificar os elementos organizacionais e estruturais das lendas e sua finalidade.
- Reconhecer lendas que fazem parte da cultura brasileira.
- Reconhecer a diversidade da cultura brasileira.
Conversar com os alunos sobre as lendas.
Explicar para eles que lendas são narrativas transmitidas oralmente pelas pessoas, com o objetivo de explicar acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
Para atingir esse objetivo, há uma mistura de fatos reais com imaginários, num resultado em que se misturam história e fantasia.
As lendas vão sendo contadas ao longo do tempo e modificadas através da imaginação do povo.
Ao se tornarem conhecidas, são registradas na linguagem escrita.
Do latim, legenda (aquilo que deve ser lido), as lendas inicialmente contavam histórias de santos, mas, ao longo do tempo, o conceito transformou-se em histórias que falam sobre a tradição de um povo e que fazem parte de sua cultura.   
Características de uma lenda:
- Utiliza-se da fantasia ou ficção, misturando-as com a realidade dos fatos.
- Faz parte da tradição oral e vem sendo contada através dos tempos.
- Usam fatos reais e históricos para dar suporte às histórias, mas, junto com eles, envolvem a imaginação para “aumentar um ponto” na realidade.
- Fazem parte da realidade cultural de todos os povos.
- Assim como os mitos, fornecem explicações aos fatos que não são explicáveis pela ciência ou pela lógica.
Essas explicações, porém, são mais facilmente aceitas, pois, apesar de serem fruto da imaginação, não são necessariamente sobrenaturais ou fantásticas.
- Sofrem alterações ao longo do tempo, por serem repassadas oralmente e receberem a impressão e a interpretação daqueles que a propagam.   
Fonte:


No Brasil o que você imaginar
Plantas, bichos, cidade ou gente
Se você com cuidado procurar
Vai achar muita coisa diferente
Deve ser por essa razão
Que tantas criaturas encantadas
Em vez de Paris ou Milão
Escolheram o Brasil como morada
Nessa terra há mitos e lendas
Vagando por ai pra quem quiser ver
Então vamos parar com essa lenga-lenga
Partir para leitura e algum deles conhecer? 


ATIVIDADE 2:

Apresentar para os alunos as oito lendas seguintes:
Critério de apresentação do professor. Ao longo de várias aulas.
Preparação para reconhecimento destas lendas no livro "Quem te contou?Me conta!"

Saci Pererê
A Lenda do Saci data do fim do século XVIII.
Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclo-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele.
Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno.
É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos.
 Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem.
Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramarem sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc.
Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci.
Ele não atravessa córregos nem riachos.
Alguém perseguido por ele deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja.
Diz à lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo.
Origem: Século XVIII em Portugal, depois Minas e São Paulo.
 Fonte: Folclore Brasileiro Ilustrado: Lenda do Saci Pererê

Curupira ou Caipora

É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes.
Como protetor das Árvores e dos Animais, costuma punir o os agressores da Natureza e o caçador que mate por prazer. É muito poderoso e forte.
Seus pés voltados para trás serve para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos.
Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe mais achar o caminho de volta.
É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana.
É também chamado de Pai ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios Guaranis ele é o Demômio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato.
Uma carta do Padre Anchieta datada de 1560, dizia: "Aqui há certos demônios, a que os índios chamam Curupira, que os atacam muitas vezes no mato, dando-lhes açoites e ferindo-os bastante". Os índios, para lhe agradar, deixavam nas clareiras, penas, esteiras e cobertores.
De acordo com a crença, ao entrar na mata, a pessoa deve levar um Rolo de Fumo para agradá-lo, no caso de cruzar com ele.
Origem: Região Sudeste, datando da época do descobrimento.
Fonte: Folclore Brasileiro Ilustrado: A Lenda do Caipora

Iara

Também conhecida como a “mãe das águas”.
De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos.
A lenda conta que a linda sereia fica nos rios do norte do país, onde costuma viver.
Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto.
 As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam.
Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé (chefe religioso indígena, curandeiro) pode livrar o homem do feitiço.
Contam os
índios da região amazônica que Iara era uma excelente índia guerreira.
Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito.
Certo dia, os irmãos resolveram matar Iara.
Porém, ela ouviu o plano e resolveu matar os irmãos, como forma de defesa.
Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas.
Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la.
Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica).
Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia.
http://www.suapesquisa.com/folclorebrasileiro/lenda_iara.htm

A lenda do lobisomem

O lobisomem é um dos mais populares monstros fictícios do mundo.
Suas origens se encontram na mitologia grega, porém sua história se desenvolveu na Europa.
A lenda do lobisomem é muito conhecida no folclore brasileiro, sendo que algumas pessoas, especialmente aquelas mais velhas e que moram nas regiões rurais, de fato crêem na existência do monstro.
A figura do lobisomem é de um monstro que mistura formas humanas e de lobo.
Segundo a lenda, quando uma mulher tem 7 filhas e o oitavo filho é homem, esse último filho será um Lobisomem.
Quando nasce, a criança é pálida, magra e possui as orelhas um pouco compridas.
As formas de lobisomem aparecem a partir dos 13 anos de idade.
Na primeira noite de terça ou sexta-feira após seu 13º aniversário, o garoto sai à noite e no silêncio da noite, se transforma pela primeira vez em lobisomem e uiva para a Lua, semelhante a um lobo.
Após a primeira transformação, em todas as noites de terça ou sexta-feira, o homem se transforma em lobisomem e passa a visitar 7 partes da região, 7 pátios de igreja, 7 vilas e 7 encruzilhadas.
Por onde ele passa, açoita os cachorros e desliga todas as luzes que vê, além de uivar de forma aterrorizante.
Quando está quase amanhecendo, o lobisomem volta a ser homem.
Segundo o folclore, para findar a situação de lobisomem, é necessário que alguém bata bem forte em sua cabeça.
Algumas versões da história dizem que os monstros têm preferência por bebês não batizados, fazendo com que as famílias batizem suas crianças o mais rápido possível.
Negrinho do pastoreio  
 Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro com negros e peões. Num dia de inverno, fazia muito frio, o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros (ovinos no Uruguai versão) que acabara de comprar. No final da tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece", disse o malvado patrão. Aflito, ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou o cavalo pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o baio fugiu de novo.Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha.E depois disso, entre os andantes, posteiros, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio.Então, muitos acenderam velas e rezaram um Padre-Nosso pela alma do judiado. Daí por diante, quando qualquer cristão perdia uma coisa, o que fosse, pela noite o Negrinho campeava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver.Desde então e ainda hoje, conduzindo o seu pastoreio, o Negrinho, sarado e risonho, cruza os campos. Ele anda sempre à procura dos objetos perdidos, pondo-os de jeito a serem achados pelos seus donos, quando estes acendem um coto de vela, cuja luz ele leva para o altar da santa que é sua madrinha.Quem perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum mourão ou sob os ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe dizendo: "Foi por aí que eu perdi… Foi por aí que eu perdi… Foi por aí que eu perdi…". Se ele não achar, ninguém mais acha.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Negrinho_do_Pastoreio
A Lenda do Boitatá
Dizem que o Boi tatá é uma grande serpente de fogo encantada, que mora dentro dos rios profundos.
Ela ataca qualquer animal que se atreve entrar na água quando está por perto, e lhe come os olhos.
A lenda conta, que por ela comer os olhos dos animais, absorve a luz dos mesmos, ficando como fogo brilhante na água.
Outros relatam o Boi Tatá, como sendo um gigantesco e assombroso touro que solta fogo pelas narinas e boca.
Dizem que este fantástico ser é na verdade o espírito de gente ruim ou alma penada que vaga terra afora, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos ou regiões ermas.
http://www.f9.felipex.com.br/f9/le_boi.htm
É um Monstro com olhos de fogo, enormes, de dia é quase cego, à noite vê tudo.
Diz a lenda que o Boitatá era uma espécie de cobra e foi o único sobrevivente de um grande dilúvio que cobriu a terra. Para escapar ele entrou num buraco e lá ficou no escuro, assim, seus olhos cresceram.
Desde então anda pelos campos em busca de restos de animais.
Algumas vezes, assume a forma de uma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabeça e persegue os viajantes noturnos.
Às vezes ele é visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata. No Nordeste do Brasil é chamado de "Cumadre Fulôzinha".
Para os índios ele é "Mbaê-Tata", ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios.
Dizem ainda que ele é o espírito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos.
Outros dizem que ele protege as matas contra incêndios.
A ciência diz que existe um fenômeno chamado Fogo-fátuo, que são os gases inflamáveis que emanam dos pântanos, sepulturas e carcaças de grandes animais mortos, e que visto de longe parecem grandes tochas em movimento.
http://www.arteducacao.pro.br/cultura/lendas.htm#Boi    

Nos pequenos povoados ou cidades, onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-Sem-Cabeça.
Também se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece.
Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada.
Toda passagem de quinta para sexta feira ela vai numa encruzilhada e ali se transforma na besta.
Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e se encontrar alguém chupa seus olhos, unhas e dedos.
Apesar do nome, Mula-Sem-Cabeça, na verdade, de acordo com quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro.
Nas noites que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos.
Às vezes, parece chorar como se fosse uma pessoa.
 Ao ver a Mula,deve-se deitar de bruços no chão e esconder Unhas e Dentes para não ser atacado.
Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e a Mula-Sem-Cabeça, voltará a ser gente, ficando livre da maldição que a castiga, para sempre
Nomes comuns: Burrinha do Padre, Burrinha, Mula Preta, Cavalo-sem-cabeça, Padre-sem-cabeça, Malora (México),
Origem Provável: É um mito que já existia no Brasil colônia.
Apesar de ser comum em todo Brasil, variando um pouco entre as regiões, é um mito muito forte entre Goiás e Mato Grosso.
Mesmo assim não é exclusivo do Brasil, existindo versões muito semelhantes em alguns países Hispânicos.
Conforme a região, a forma de quebrar o encanto da Mula, pode variar.
Há casos onde para evitar que sua amante pegue a maldição, o padre deve excomungá-la antes de celebrar a missa.
Também, basta um leve ferimento feito com alfinete ou outro objeto, o importante é que saia sangue, para que o encanto se quebre.
Assim, a Mula se transforma outra vez em mulher e aparece completamente nua.
Em Santa Catarina, para saber se uma mulher é amante do Padre, lança-se ao fogo um ovo enrolado em fita com o nome dela, e se o ovo cozer e a fita não queimar, ela é.
É importante notar que também, algumas vezes, o próprio Padre é que é amaldiçoado. Nesse caso ele vira um Padre-sem-Cabeça, e sai assustando as pessoas, ora a pé, ora montado em um cavalo do outro mundo.
Há uma lenda Norte americana, O Cavaleiro sem Cabeça, que lembra muito esta variação.
Algumas vezes a Mula, pode ser um animal negro com a marca de uma cruz branca gravada no pelo.
Pode ou não ter cabeça, mas o que se sabe de concreto é que a Mula, é mesmo uma amante de Padre.
http://www.arteducacao.pro.br/cultura/lendas.htm#Mula 
Boto

A lenda do boto é mais uma crença que o povo costumava lembrar ou dizer como piada quando uma moça encontrava um novo namorado nas festas de junho.
É tradição junina do povo da Amazônia festejar o nascimento de Santo Antonio, São João e São Pedro.
Em estas noites se fazem fogueiras, se atiram foguetes enquanto se desfrutam de comidas típicas e se dançam quadrilhas e outras danças ao som alegre das sanfonas.
As lendas contam que em estas noites, quando as pessoas estão distraídas celebrando, o boto rosado aparece transformado em um bonito e elegante rapaz mas sempre usando um chapéu, porque sua transformação nao é completa, pois suas narinas se encontram no topo de sua cabeça fazendo um buraco.
Como um cavalheiro, ele conquista e encanta a primeira jovem bonita que ele encontra e a leva para o fundo do rio.
Durante estas festividades, quando um homem aparece usando um chapéu, as pessoas pedem para que ele o retire para que não pensem que ele é um boto.
http://www.sumauma.net/amazonian/lendas/lendas-boto.html
2º Momento: Montagem de um mural comparativo sobre as lendas
Fazer um mural com os seguintes ítens:
Nome da lenda    Personagem principal       Características
 3º Momento: Leitura do livro Quem te contou?Me conta


Me conta...Me conta...
Onde perdeu a cabeça / Essa mula descuidada?/ Enroscou-se no cural/Ou foi na luta arranjada?Será que problemas tantos /sua cuca esquentou,/que em grande bola de fogo/a cabeça transformou?                                            

4ºMomento: 
Apresentação de ditos populares para enriquecimento do projeto.                                               Continuando com indagações a autora nos deixa "pendurados como morcegos".                   
Se água mole em pedra dura,/tanto bate até que fura/agora é a pedra que bate/até a água ficar dura.                                                                                                               
Ditos populares com respostas,diria eu.
Òtima proposta para seus alunos.                                   
Que tal propor novas respostas? Novas criações divertidas?Vamos lá...
Leitura do livro De ponta cabeça ou de pernas para o ar?
Avaliação
Os alunos serão avaliados se:
Conhecem algumas lendas e fábulas;
Desenvolvem o gosto pelas leitura de histórias;
Identificam as crenças e valores presentes nestas narrativas;
Percebem a estrutura da narrativa: identificam a introdução, o cenário, quem faz o que e quando, identificar o problema, a solução e a situação final;
Produzem texto oral e escrito (utilizar o que sabe sobre a escrita );
Reescrevem uma lenda e uma fábula (utilizar as hipóteses de escrita para escrever o texto);
Organizam um livro com as lendas reescritas pelas crianças.

Ao final, pode-se avaliar coletivamente, por meio de um diálogo informal com a turma, o que cada aluno aprendeu sobre as lendas e ditos populares. 
O professor, durante todo processo, deve ficar atento ao que os alunos compreenderam do tema tratado e quais são suas dúvidas.
Caso necessário, deve retomar o que não ficou claro.

Observação: Alguns trechos estão com padrões diferentes de letras devido aos sites de origem.
Outros trechos de cores diferentes porque minha máquina é teimosa ou faz dupla com a net, só pra contrariar...

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