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04 DE JULHO DE 2011
Um blog aliado às pesquisas de professores, pois existem muitas possibilidades lúdicas pela net,
além de inúmeros endereços pedagógicos incríveis.
Aqui vocês terão as postagens originais, ou partes delas,
adicionados às demais informações necessárias, com os devidos créditos atribuídos.
Amiga blogueira, se desejar divulgar seus projetos, entre em contato.

PROJETO DIDÁTICO

PROJETO DIDÁTICO: Reunião de atividades que se articulam para a elaboração de um produto final forte, em que podem ser observados os processos de aprendizagem e os conteúdos aprendidos pelos alunos. Costuma partir de um desafio ou situação-problema. Trabalhados com uma frequência diária ou semanal, podem estender-se por períodos relativamente prolongados (um ou dois meses, por exemplo), tornando os alunos especialistas num determinado tema.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Quem te contou? Me conta> Estímulos folclóricos



Projeto: Quem te contou?
Literatura Infantil
Justificativa:
Deparo-me com obras tão significativas e esplêndidas ao entorno de aprendizagens lúdicas, que fica impossível não criar algo específico para elas.
È o caso das obras da Autora Ducarmo Paes.
Vejam detalhes das obras no linguagem e afins: Literatura Infantil/recomendo
Segue abaixo uma proposta que simplesmente pretende fazer a diferença nas aulas de Literatura Infantil.
Objetivos
- Conhecer lendas e personagens do folclore brasileiro
-Identificar alguns elementos das lendas e de seus personagens
-Reconhecer personagens através da leitura do livro "Quem te contou? Me conta!"
-Reconhecer  na obra " De ponta cabeça ou de pernas para o ar?" ditos populares

1º Momento: Leitura e interpretação das lendas
ATIVIDADE 1:   
- Identificar os elementos organizacionais e estruturais das lendas e sua finalidade.
- Reconhecer lendas que fazem parte da cultura brasileira.
- Reconhecer a diversidade da cultura brasileira.
Conversar com os alunos sobre as lendas.
Explicar para eles que lendas são narrativas transmitidas oralmente pelas pessoas, com o objetivo de explicar acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
Para atingir esse objetivo, há uma mistura de fatos reais com imaginários, num resultado em que se misturam história e fantasia.
As lendas vão sendo contadas ao longo do tempo e modificadas através da imaginação do povo.
Ao se tornarem conhecidas, são registradas na linguagem escrita.
Do latim, legenda (aquilo que deve ser lido), as lendas inicialmente contavam histórias de santos, mas, ao longo do tempo, o conceito transformou-se em histórias que falam sobre a tradição de um povo e que fazem parte de sua cultura.   
Características de uma lenda:
- Utiliza-se da fantasia ou ficção, misturando-as com a realidade dos fatos.
- Faz parte da tradição oral e vem sendo contada através dos tempos.
- Usam fatos reais e históricos para dar suporte às histórias, mas, junto com eles, envolvem a imaginação para “aumentar um ponto” na realidade.
- Fazem parte da realidade cultural de todos os povos.
- Assim como os mitos, fornecem explicações aos fatos que não são explicáveis pela ciência ou pela lógica.
Essas explicações, porém, são mais facilmente aceitas, pois, apesar de serem fruto da imaginação, não são necessariamente sobrenaturais ou fantásticas.
- Sofrem alterações ao longo do tempo, por serem repassadas oralmente e receberem a impressão e a interpretação daqueles que a propagam.   
Fonte:


No Brasil o que você imaginar
Plantas, bichos, cidade ou gente
Se você com cuidado procurar
Vai achar muita coisa diferente
Deve ser por essa razão
Que tantas criaturas encantadas
Em vez de Paris ou Milão
Escolheram o Brasil como morada
Nessa terra há mitos e lendas
Vagando por ai pra quem quiser ver
Então vamos parar com essa lenga-lenga
Partir para leitura e algum deles conhecer? 


ATIVIDADE 2:

Apresentar para os alunos as oito lendas seguintes:
Critério de apresentação do professor. Ao longo de várias aulas.
Preparação para reconhecimento destas lendas no livro "Quem te contou?Me conta!"

Saci Pererê
A Lenda do Saci data do fim do século XVIII.
Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclo-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele.
Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno.
É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos.
 Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem.
Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramarem sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc.
Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci.
Ele não atravessa córregos nem riachos.
Alguém perseguido por ele deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja.
Diz à lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo.
Origem: Século XVIII em Portugal, depois Minas e São Paulo.
 Fonte: Folclore Brasileiro Ilustrado: Lenda do Saci Pererê

Curupira ou Caipora

É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes.
Como protetor das Árvores e dos Animais, costuma punir o os agressores da Natureza e o caçador que mate por prazer. É muito poderoso e forte.
Seus pés voltados para trás serve para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos.
Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe mais achar o caminho de volta.
É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana.
É também chamado de Pai ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios Guaranis ele é o Demômio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato.
Uma carta do Padre Anchieta datada de 1560, dizia: "Aqui há certos demônios, a que os índios chamam Curupira, que os atacam muitas vezes no mato, dando-lhes açoites e ferindo-os bastante". Os índios, para lhe agradar, deixavam nas clareiras, penas, esteiras e cobertores.
De acordo com a crença, ao entrar na mata, a pessoa deve levar um Rolo de Fumo para agradá-lo, no caso de cruzar com ele.
Origem: Região Sudeste, datando da época do descobrimento.
Fonte: Folclore Brasileiro Ilustrado: A Lenda do Caipora

Iara

Também conhecida como a “mãe das águas”.
De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos.
A lenda conta que a linda sereia fica nos rios do norte do país, onde costuma viver.
Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto.
 As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam.
Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé (chefe religioso indígena, curandeiro) pode livrar o homem do feitiço.
Contam os
índios da região amazônica que Iara era uma excelente índia guerreira.
Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito.
Certo dia, os irmãos resolveram matar Iara.
Porém, ela ouviu o plano e resolveu matar os irmãos, como forma de defesa.
Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas.
Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la.
Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica).
Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia.
http://www.suapesquisa.com/folclorebrasileiro/lenda_iara.htm

A lenda do lobisomem

O lobisomem é um dos mais populares monstros fictícios do mundo.
Suas origens se encontram na mitologia grega, porém sua história se desenvolveu na Europa.
A lenda do lobisomem é muito conhecida no folclore brasileiro, sendo que algumas pessoas, especialmente aquelas mais velhas e que moram nas regiões rurais, de fato crêem na existência do monstro.
A figura do lobisomem é de um monstro que mistura formas humanas e de lobo.
Segundo a lenda, quando uma mulher tem 7 filhas e o oitavo filho é homem, esse último filho será um Lobisomem.
Quando nasce, a criança é pálida, magra e possui as orelhas um pouco compridas.
As formas de lobisomem aparecem a partir dos 13 anos de idade.
Na primeira noite de terça ou sexta-feira após seu 13º aniversário, o garoto sai à noite e no silêncio da noite, se transforma pela primeira vez em lobisomem e uiva para a Lua, semelhante a um lobo.
Após a primeira transformação, em todas as noites de terça ou sexta-feira, o homem se transforma em lobisomem e passa a visitar 7 partes da região, 7 pátios de igreja, 7 vilas e 7 encruzilhadas.
Por onde ele passa, açoita os cachorros e desliga todas as luzes que vê, além de uivar de forma aterrorizante.
Quando está quase amanhecendo, o lobisomem volta a ser homem.
Segundo o folclore, para findar a situação de lobisomem, é necessário que alguém bata bem forte em sua cabeça.
Algumas versões da história dizem que os monstros têm preferência por bebês não batizados, fazendo com que as famílias batizem suas crianças o mais rápido possível.
Negrinho do pastoreio  
 Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro com negros e peões. Num dia de inverno, fazia muito frio, o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros (ovinos no Uruguai versão) que acabara de comprar. No final da tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece", disse o malvado patrão. Aflito, ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou o cavalo pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o baio fugiu de novo.Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha.E depois disso, entre os andantes, posteiros, tropeiros, mascates e carreteiros da região, todos davam a notícia, de ter visto passar, como levada em pastoreio, uma tropilha de tordilhos, tocada por um Negrinho, montado em um cavalo baio.Então, muitos acenderam velas e rezaram um Padre-Nosso pela alma do judiado. Daí por diante, quando qualquer cristão perdia uma coisa, o que fosse, pela noite o Negrinho campeava e achava, mas só entregava a quem acendesse uma vela, cuja luz ele levava para pagar a do altar de sua madrinha, a Virgem, Nossa Senhora, que o livrou do cativeiro e deu-lhe uma tropilha, que ele conduz e pastoreia, sem ninguém ver.Desde então e ainda hoje, conduzindo o seu pastoreio, o Negrinho, sarado e risonho, cruza os campos. Ele anda sempre à procura dos objetos perdidos, pondo-os de jeito a serem achados pelos seus donos, quando estes acendem um coto de vela, cuja luz ele leva para o altar da santa que é sua madrinha.Quem perder coisas no campo, deve acender uma vela junto de algum mourão ou sob os ramos das árvores, para o Negrinho do pastoreio e vá lhe dizendo: "Foi por aí que eu perdi… Foi por aí que eu perdi… Foi por aí que eu perdi…". Se ele não achar, ninguém mais acha.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Negrinho_do_Pastoreio
A Lenda do Boitatá
Dizem que o Boi tatá é uma grande serpente de fogo encantada, que mora dentro dos rios profundos.
Ela ataca qualquer animal que se atreve entrar na água quando está por perto, e lhe come os olhos.
A lenda conta, que por ela comer os olhos dos animais, absorve a luz dos mesmos, ficando como fogo brilhante na água.
Outros relatam o Boi Tatá, como sendo um gigantesco e assombroso touro que solta fogo pelas narinas e boca.
Dizem que este fantástico ser é na verdade o espírito de gente ruim ou alma penada que vaga terra afora, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos ou regiões ermas.
http://www.f9.felipex.com.br/f9/le_boi.htm
É um Monstro com olhos de fogo, enormes, de dia é quase cego, à noite vê tudo.
Diz a lenda que o Boitatá era uma espécie de cobra e foi o único sobrevivente de um grande dilúvio que cobriu a terra. Para escapar ele entrou num buraco e lá ficou no escuro, assim, seus olhos cresceram.
Desde então anda pelos campos em busca de restos de animais.
Algumas vezes, assume a forma de uma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabeça e persegue os viajantes noturnos.
Às vezes ele é visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata. No Nordeste do Brasil é chamado de "Cumadre Fulôzinha".
Para os índios ele é "Mbaê-Tata", ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios.
Dizem ainda que ele é o espírito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos.
Outros dizem que ele protege as matas contra incêndios.
A ciência diz que existe um fenômeno chamado Fogo-fátuo, que são os gases inflamáveis que emanam dos pântanos, sepulturas e carcaças de grandes animais mortos, e que visto de longe parecem grandes tochas em movimento.
http://www.arteducacao.pro.br/cultura/lendas.htm#Boi    

Nos pequenos povoados ou cidades, onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-Sem-Cabeça.
Também se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece.
Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada.
Toda passagem de quinta para sexta feira ela vai numa encruzilhada e ali se transforma na besta.
Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e se encontrar alguém chupa seus olhos, unhas e dedos.
Apesar do nome, Mula-Sem-Cabeça, na verdade, de acordo com quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro.
Nas noites que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos.
Às vezes, parece chorar como se fosse uma pessoa.
 Ao ver a Mula,deve-se deitar de bruços no chão e esconder Unhas e Dentes para não ser atacado.
Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e a Mula-Sem-Cabeça, voltará a ser gente, ficando livre da maldição que a castiga, para sempre
Nomes comuns: Burrinha do Padre, Burrinha, Mula Preta, Cavalo-sem-cabeça, Padre-sem-cabeça, Malora (México),
Origem Provável: É um mito que já existia no Brasil colônia.
Apesar de ser comum em todo Brasil, variando um pouco entre as regiões, é um mito muito forte entre Goiás e Mato Grosso.
Mesmo assim não é exclusivo do Brasil, existindo versões muito semelhantes em alguns países Hispânicos.
Conforme a região, a forma de quebrar o encanto da Mula, pode variar.
Há casos onde para evitar que sua amante pegue a maldição, o padre deve excomungá-la antes de celebrar a missa.
Também, basta um leve ferimento feito com alfinete ou outro objeto, o importante é que saia sangue, para que o encanto se quebre.
Assim, a Mula se transforma outra vez em mulher e aparece completamente nua.
Em Santa Catarina, para saber se uma mulher é amante do Padre, lança-se ao fogo um ovo enrolado em fita com o nome dela, e se o ovo cozer e a fita não queimar, ela é.
É importante notar que também, algumas vezes, o próprio Padre é que é amaldiçoado. Nesse caso ele vira um Padre-sem-Cabeça, e sai assustando as pessoas, ora a pé, ora montado em um cavalo do outro mundo.
Há uma lenda Norte americana, O Cavaleiro sem Cabeça, que lembra muito esta variação.
Algumas vezes a Mula, pode ser um animal negro com a marca de uma cruz branca gravada no pelo.
Pode ou não ter cabeça, mas o que se sabe de concreto é que a Mula, é mesmo uma amante de Padre.
http://www.arteducacao.pro.br/cultura/lendas.htm#Mula 
Boto

A lenda do boto é mais uma crença que o povo costumava lembrar ou dizer como piada quando uma moça encontrava um novo namorado nas festas de junho.
É tradição junina do povo da Amazônia festejar o nascimento de Santo Antonio, São João e São Pedro.
Em estas noites se fazem fogueiras, se atiram foguetes enquanto se desfrutam de comidas típicas e se dançam quadrilhas e outras danças ao som alegre das sanfonas.
As lendas contam que em estas noites, quando as pessoas estão distraídas celebrando, o boto rosado aparece transformado em um bonito e elegante rapaz mas sempre usando um chapéu, porque sua transformação nao é completa, pois suas narinas se encontram no topo de sua cabeça fazendo um buraco.
Como um cavalheiro, ele conquista e encanta a primeira jovem bonita que ele encontra e a leva para o fundo do rio.
Durante estas festividades, quando um homem aparece usando um chapéu, as pessoas pedem para que ele o retire para que não pensem que ele é um boto.
http://www.sumauma.net/amazonian/lendas/lendas-boto.html
2º Momento: Montagem de um mural comparativo sobre as lendas
Fazer um mural com os seguintes ítens:
Nome da lenda    Personagem principal       Características
 3º Momento: Leitura do livro Quem te contou?Me conta


Me conta...Me conta...
Onde perdeu a cabeça / Essa mula descuidada?/ Enroscou-se no cural/Ou foi na luta arranjada?Será que problemas tantos /sua cuca esquentou,/que em grande bola de fogo/a cabeça transformou?                                            

4ºMomento: 
Apresentação de ditos populares para enriquecimento do projeto.                                               Continuando com indagações a autora nos deixa "pendurados como morcegos".                   
Se água mole em pedra dura,/tanto bate até que fura/agora é a pedra que bate/até a água ficar dura.                                                                                                               
Ditos populares com respostas,diria eu.
Òtima proposta para seus alunos.                                   
Que tal propor novas respostas? Novas criações divertidas?Vamos lá...
Leitura do livro De ponta cabeça ou de pernas para o ar?
Avaliação
Os alunos serão avaliados se:
Conhecem algumas lendas e fábulas;
Desenvolvem o gosto pelas leitura de histórias;
Identificam as crenças e valores presentes nestas narrativas;
Percebem a estrutura da narrativa: identificam a introdução, o cenário, quem faz o que e quando, identificar o problema, a solução e a situação final;
Produzem texto oral e escrito (utilizar o que sabe sobre a escrita );
Reescrevem uma lenda e uma fábula (utilizar as hipóteses de escrita para escrever o texto);
Organizam um livro com as lendas reescritas pelas crianças.

Ao final, pode-se avaliar coletivamente, por meio de um diálogo informal com a turma, o que cada aluno aprendeu sobre as lendas e ditos populares. 
O professor, durante todo processo, deve ficar atento ao que os alunos compreenderam do tema tratado e quais são suas dúvidas.
Caso necessário, deve retomar o que não ficou claro.

Observação: Alguns trechos estão com padrões diferentes de letras devido aos sites de origem.
Outros trechos de cores diferentes porque minha máquina é teimosa ou faz dupla com a net, só pra contrariar...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Projeto Presépio



Explore o tema Natal com
materiais reaproveitáveis
em sala de aula e estimule
 a imaginação das crianças







Revista Projetos Escolares /Infantil
Editora On Line n º 79


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Projeto Literatura


Armando e as diferenças
Autora: Mônica Guttmann
Ilustradora: Mirella Spinelli
Editora Paulus
Apresentação
            Trata-se de uma produção literária que leva para o leitor as indagações sobre tantas diferenças entre os seres humanos, apesar de haver tantas semelhanças entre eles. Mônica Guttmann desenvolve sua obra de forma criativa com a presença de Armando, principal personagem, cuja figura pode estar representando alguém, um de nós, mas especialmente a criança aguçada em curiosidade, questionamentos para entender sobre o comportamento humano inserido no meio social ou na vida de cada um.  A autora procura utilizar recursos como a linguagem verbo-visual para retratar a realidade do mundo e todo sonho que existe dentro nós, como a expectativa de haver mudanças no meio de nosso convívio, a partir de um novo modo de agir das pessoas.
Justificativas
            A temática do livro direciona-se ao público pré-adolescente, tendo em vista a abordagem de problemas relacionados ao coletivo, ligados à dificuldade das pessoas em se aceitar, bem como à falta de tolerância e de respeito diante das diferenças dos outros. A partir dessas constatações é possível propor atividades para que o aluno se conscientize da pluralidade cultural entre povos e das formas de agir e de se interar com os outros, semelhantes entre si ou não.
Projeto Pedagógico
            Como reconhecer as nossas semelhanças e diferenças entre os outros
Temas Secundários
            Sonho e a grandeza do tempo; emoções humanas; descoberta do mundo e seus mistérios; transformações.
Áreas de Conhecimento
            Língua Portuguesa, História, Ciências Naturais, Geografia, Psicologia (o desenvolvimento da percepção da criança), Antropologia, Sociologia e Educação.
Temas Transversais
            Ética, Pluralidade Cultural, Meio Ambiente e Saúde.
Indicação
            Ciclo 1: indicado para alunos do 5º ano.        
Objetivos
  • Levar o aluno a ler e atribuir sentidos;
  • Relacionar o texto escrito à imagem;
  • Levar o aluno a desenvolver percepção em relação aos conhecimentos textual lingüístico e de mundo, ligando os fatos do cotidiano, sob os aspectos do comportamento social, com a temática do livro: semelhanças e diferenças entre pessoas.
  • Questionar a dificuldade encontrada pelas pessoas em aceitar, tolerar e respeitar as diferenças de um e de outro.
  • Levar à discussão sobre novas formas de convivência.
Proposta de Atividades
            Observamos que é importante lembrá-los de que para desenvolver as atividades ligadas aos temas transversais aqui mencionados, se faz necessário o entendimento de conhecimentos acumulados de caráter interdisciplinar no campo da História e da Geografia e de noções e conceitos originários da Antropologia, da Lingüística e da Sociologia, a fim de balizar o trabalho pedagógico desse tema.
  1. Antes da Leitura
            Propomos que explore o conhecimento prévio dos alunos, discutindo sobre o tema do livro – as diferenças entre povos do mundo inteiro. Leve-os a falar sobre suas origens, como brasileiro e como participante de algum grupo cultural específico.
  • Organize a classe em grupos formados por dois ou três alunos e promova um diálogo com o outro para falar de sua família:
    1. Seu grupo étnico, como a descendência (japonesa, italiana, portuguesa, africana etc.).
    2. Estado onde os pais nasceram.
    3. Cidade onde nasceu.
    4. Região do Brasil (ou de outro país, se estrangeiro) onde os pais nasceram.
    5. As principais características dessa região.
  • Após o diálogo, explique sobre as diversas culturas presentes no Brasil e propicie um clima descontraído para os alunos apurarem sua percepção em relação à família do outro. Pergunte:
  1. Quais as diferenças percebidas entre a sua família e a dos outros colegas?
  2. Essas diferenças estão influenciando a sua relação com eles?
  3. O que há de semelhante entre vocês?
  • A partir desse diálogo também mostre aos alunos as diversas formas de organização que existem para compor uma nação ou meio social. Sugerimos levar algum filme/documentário ou revistas e atlas geográfico para mostrar algumas culturas caracteristicamente mais diferenciadas em relação à nossa. Por exemplo, a do mundo oriental ou de alguma etnia ligada aos povos culturalmente mais primitivos. Após a exposição pergunte:
  1. Qual das características observadas nesses povos mais chamou sua atenção? Assinale com um X.
    1. O modo de se vestir ___.
    2. A maneira de se cumprimentar ____.
    3. O costume religioso que praticam____.
    4. As características quanto à cor da pele, do cabelo, estatura, formato do rosto etc.
  2. Em relação à sua família, as características apontadas são diferentes ou semelhantes? Dê sua resposta assinalando com um X:
                                 __________     ___________  
                                                                  a. Diferente       b. Semelhante
  • Sugerimos levar o aluno a se conscientizar de que essas diferenças culturais são fatores fundamentais para o fortalecimento de uma sociedade regimentada pela democracia. Explique que isso se torna possível devido às alianças político- econômicas, mas principalmente pelo entrelaçamento das diversas formas de organização social de diferentes grupos, que acabam contribuindo para a concretização do tecido social.
Observe que essas atividades contribuem para levar o aluno o seu próprio valor e resgatar a sua auto-estima como ser humano pleno de dignidade.
  1. Iniciando a Leitura
  1. A partir das atividades anteriormente desenvolvidas, propicie a elaboração de hipóteses sobre o título “Armando e as diferenças”.
  2. Ler o livro com os alunos iniciando pela última página, a qual aborda sobre Mônica Guttman, sua formação e atuação profissional no mundo cultural.
    1. Questione seus conhecimentos sobre as outras obras da autora ali mencionadas.
    2. Procure familiarizar os alunos com o livro, comentando sobre o papel importante da ilustradora durante a elaboração da obra, citando Mirella Spinelli.
    3. Explique aos alunos sobre a linguagem visual, o que ela pode representar/contribuir, por exemplo, àquelas pessoas incapazes de ler um texto escrito. Pergunte: E se não existissem as placas de trânsito “ilustradas/desenhadas” para sinalizar, por exemplo, uma estrada?
    4. Mostre que a linguagem plástica também está “dizendo” alguma coisa. Instigue os alunos questionando: “Então para quê serviriam as cores padronizadas dos semáforos instalados no mundo afora?”.
  3. Ler monitorando o processo de leitura, levantando questões e buscando significados, a partir de algumas pistas dadas, escritas no texto ou não. Para responder oralmente:
  1. Observando a capa, em sua opinião, qual o sentido de Mirella ter produzido a figura do menino (Armando) entre sinais de pontuação, um na cor vermelha e outro verde?
  2. Responda assinalando com X: o nome desses pontos é: interrogação___; exclamação __________; ponto final________.
  3. Justifique sua resposta: O ponto é de _______ porque Armando está _______________________ sobre alguma coisa.
  4. Você conhece alguma bandeira de país representado pela cor verde? Qual (is)? ___________________________________________. E pela cor vermelha? Qual (is)?_______________________________.
  5. Você concorda ou discorda desta afirmação:
      “Tudo indica que Mirella, já na capa, quer dar o seu recado sobre as diferenças entre cultura e tudo mais, por meio de uma cor que mais destaca o lugar de um povo”.
         Não concordo_______.             Sim, eu concordo______.
  1. E, então, qual a cor da bandeira brasileira que mais se destaca?______ Por quê?
  • Nota-se que na página 3, a autora inicia o texto abordando o ciclo de ensino como fase de letramento e compreensão de outras leituras, como, por exemplo, as diferenças existentes no mundo.
  • Propomos organizar os alunos em grupos para discutir entre eles por que as pessoas brigam tanto. Dê algumas pistas:
  1. Nem todos sabem respeitar as diferenças, uns dos outros.
  2. Porque muitos acham que são mais poderosos do que os outros
  3. Porque nem todos sabem compartilhar, trocar o que possuem para ajudar uns aos outros.
  4. Muitos acreditam que sempre têm razão e nunca erram... Outros se acham incapazes, submetendo-se aos caprichos dos outros.
  • Sugerimos observar com os alunos as questões da página 27 produzidas pela autora. Propomos que cada grupo escolha uma das questões como atividade e apresente depois aos colegas.
  • Ajude-os a criar palavras, frases e mensagens de solidariedade/amizade e propicie ambiente para que faça troca entre os colegas.
  1. Solicite que cada um descreva o seu sonho em uma folha para apresentar aos colegas. Por exemplo:
  1. Eu sonho ser ..................................................................... no futuro. Ao realizar esse sonho, quero ........................................., mas sei que até lá vou encontrar ................................................ no meu caminho.
  1. A partir das descrições, classifique na lousa quanto às semelhanças/diferenças. Organize grupos, cada qual com “o mesmo sonho” – quer seja profissional, familiar, social etc.
  2. Solicite que cada grupo crie um projeto com o propósito de “ajudar uns aos outros a crescer e a criar um mundo cada vez melhor”. No projeto deverá constar as possíveis barreiras (diferenças) que poderão encontrar e o que pode propiciar a realização desse projeto (ideais semelhantes).
  • Sugerimos observar as páginas 28 e 29 e propiciar o desenvolvimento das atividades, propostas nos exercícios criados pela autora, no pátio da escola, em conjunto com as outras classes.
  • A partir dessas atividades realizadas, crie um dia de exposição com a participação dos pais/familiares.
  • A temática do livro sugere explorar outros conhecimentos, como os direitos e deveres do cidadão na sociedade.  
  • Sugerimos explicar que viver em sociedade significa ter o seu comportamento orientado por leis e regras criadas, com o objetivo de tornar a convivência adequada à diversidade cultural. Pergunte:
    1. Quais as regras que você conhece existentes nesta escola?
    2. Em sua opinião, essas regras ajudam a ter uma boa convivência com seus colegas? Por quê?
    3. Quais as principais regras existentes na sua casa?
    4. Em sua opinião, tais regras são muito rígidas? Por quê?
      • Sugerimos abordar questões ligadas às diferenças entre pessoas quanto à idade, deficiência física, visual e mental.
        1. Escolha uma destas alternativas para responder. O meu comportamento em relação ao idoso é de:
          1. Respeito, diálogo, solidariedade.
          2. Justiça, amizade, respeito.
          3. Tolerância, porque é meu parente.
        2. Muitas vezes teremos que conviver com alguém limitado no andar, falar, ouvir, brincar etc. Pergunta: Qual seria a sua atitude diante de alguém com deficiência física – do seu convívio social, escolar e familiar?
          1. Sentiria indiferença; outras vezes, sentiria pena. Algumas vezes sentiria por elas repúdio, pois acha que são assim porque merecem.
          2. Trataria essas pessoas de modo igual às outras pessoas sem deficiência.
          3. Agiria naturalmente. Teria respeito, seria solidário oferecendo a sua amizade sincera.
        3. Muitas vezes entre colegas há divergências de opinião sobre determinados assuntos. O meu comportamento em relação ao colega que torce a favor de um time de futebol diferente do meu é:
          1. Normal, quase não tocam no assunto para não brigar.
          2. Por causa das discussões, brigam quando o seu time ou o dele perde o jogo.
          3. Você respeita a opinião dele e ele respeita a sua.
        4. Acreditamos, geralmente, na doutrina religiosa que nossos pais nos ensinaram. Pergunta: Existe alguém entre seus amigos de religião diferente da sua? Qual (is)?
Encontre-a (s) na relação abaixo e assinale com x.
Budista ___  Católico ____  Presbiteriano _____ Espírita ________ Evangélicos _________ Católicos______ outras _________
Todos os meus amigos são da mesma religião que a minha ______
  • O livro apresenta ilustrações que podem fornecer dados sobre a pluralidade cultural. Ajude os alunos a relacionar o país com sua cultura, no modo de se vestir, de praticar suas crenças etc.
  1. Encontre nas ilustrações das páginas 10 e 11 elementos representativos, mundialmente conhecidos, e escreva o nome do país de origem:
  1. O Cristo Redentor______________
  2. Torre Eiffel ____________________
  3. Palácio de Taj Mahal _____________
  4. Gôndola  _____________
  1. Nas ilustrações, verifica-se pessoas posicionadas com o corpo, em gestos ligados aos seus costumes. Encontre-as ainda nas páginas 10 e 11 do livro e escreva o país de origem:
    1. A figura de uma menina assoprando um instrumento musical  ____________.
    2. A figura de uma mulher impondo suas mãos em gesto de oração__________.
    3. A figura de um homem sobre os calcanhares (de cócoras) impondo suas mãos em gesto de oração _____________________.
    4. Um homem com traje típico conduzindo a gôndola _____________. Um outro sorrindo,  com seu pescoço e cabeça adornados por colares e outros adornos afins ______________.
  2. Observe as ilustrações das páginas 12 e 13. Encontre o nome dos países que têm relação com as bandeiras representativas e as pessoas ali ilustradas.
  1. As figuras das pessoas têm relação com pais da  ________________ e da ____________, por causa do seu modo de se ___________.
  2. As bandeiras representativas de países são:
  • 1ª linha na horizontal: __________,__________,_________,________.
    • 2ª linha na horizontal: __________,__________,_________,________.
    • 3ª linha na horizontal: __________, _________, _________,________.
  • Observe com os alunos as páginas 14 e15 e ajude-os a descobrir por que a idéia de Armando de querer criar um mundo com pessoas misturadas, sem divisão de espaço político, não deu certo,.
  • Crie ambiente e propicie aos alunos viajar na imaginação, como Armando imaginou.
  • Levante algumas questões sobre invasão de território político, espaço aéreo etc.
  • Explique aos alunos por que é tão importante uma nação ter a sua própria língua.
  • Como atividade, sugerimos organizar a classe em grupos e distribuir entre eles pesquisa sobre países. Por exemplo, solicite que busquem dois ou três do Continente das Américas (Sul, Central e Norte), do Continente Europeu, da África e da Ásia, e depois respondam:
  1. Quais as características desses países quanto ao idioma, à religião e à cor?
  2. Quais os oceanos que banham esses países?
  3. Em que hemisfério do globo terrestre eles se localizam?
  • Amplie os conhecimentos dos alunos explorando o trecho da página 17:
“(...) apesar de as divisões de países e de continentes serem as mesmas, todas as pessoas de todos os lugares do mundo tinham os mesmos direitos e possibilidades de aprender a ler e a escrever, de poder sonhar e de realizar (...)”.
  1. Em sua opinião, qual a sugestão de sentido dado pela autora para o trecho da obra acima?
    1. Nem todas as pessoas têm acesso aos seus direitos.
    2. Muitos não lutam pelos seus direitos e nem pelos direitos dos outros.
    3. Algumas pessoas não respeitam os direitos dos outros.
    4. Nem todas as pessoas acreditam que todos nós temos os mesmos direitos que os outros em relação às coisas simples para viver com dignidade.
Um assunto puxa o outro
Sabemos que o Brasil culturalmente é rico pela sua diversidade. Explore a diversidade da música.
  • Sugerimos levar para os alunos canções típicas das regiões do Brasil. Mostre a música de raiz – o sertanejo. Por exemplo, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Tonico e Tinoco, Tião Carreiro e Pardinho etc. Compare suas características com as do samba, bossa nova, rock, enfim.
Como desafio - Pergunte quem conhece ou tem, entre o seu meio de convívio, alguém que sabe cantar com/tocar instrumentos típicos da música brasileira, principalmente, viola, sanfona, rebeca etc.
  • Propicie momentos para levar os alunos a ouvir a pessoa do cancioneiro ou, quando não, um CD em que possam tomar conhecimento dessa diversidade musical brasileira.
  • Planeje visitar com os alunos de sua classe, ou juntando com de outras também, alguns teatros populares, por exemplo, o do SESC.
  • Sugerimos também criar um momento descontraído para falar sobre a diversidade de nossa língua. Mostre o sotaque característico de algumas regiões como Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, o interior de São Paulo e capital, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, estados do Norte e Nordeste etc.
Sugestões para avaliação
            Participação nas atividades; atendimento às propostas de trabalho; desempenho nos trabalhos em grupo; e criatividade.
Ressaltamos que as atividades aqui propostas têm por objetivo oferecer subsídios para a mediação do trabalho pedagógico com a obra Armando e as diferenças da PAULUS Editora, e que não pretendem ser determinantes do trabalho desenvolvido em sala de aula, tendo em vista que somente o professor conhece as necessidades específicas de sua turma.
Fonte:

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Projetos Bruxas


Uma oportunidade de trabalhar
algumas palavras em inglês
e mostrar os costumes de uma
cultura diferente da deles






 Revista Educação infantil nº31
Editora Minuano


Projetos Escolares nº 10
Editora On line

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